ESTAÇÃO DE RADIOAMADOR - PU4-TAM - CARANGOLA -MG

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Índices de propagação

terça-feira, 15 de março de 2011

NÚCLEO DA TERRA: UMA USINA DE FORÇA QUE PRODUZ TERREMOTOS

Sempre que acontecem grandes terremotos, muitas pessoas acreditam que eles sejam provocados por fatores externos, como fase e posição da Lua ou tempestades solares. No entanto, a fonte propulsora dos teremotos está bem abaixo dos nossos pés e foi criada há bilhões de anos.

Quando os terremotos do Haiti e do Chile aconteceram em 2010, diversas pessoas escreveram para nós acreditando que era possível prever os abalos simplemente relacionando-os às fases d Lua. Agora, passado mais de um ano dessas duas tragédias, alguns especulam que os tremores esteriam associados à forte atividade solar, observada quase que simultaneamente.

Infelizmente, isso não é verdade. Se assim o fosse, a previsão dos devastadores terremotos e tsunamis estaria trtemendamente facilitada, pois bastaria observar as fases da Lua e a atividade solar para ter elementos suficientes para se prever terremotos. Sonhar é bom.

FASES DA LUA

No caso das fases da Lua, o mito da idéia de que a força gravitacional provocada pelo nosso satélite, tanto de atração como de repulsão, seriam capazes de influienciar o movimento das placas tectônicas, onde ficam assentados os continentes, as cidades e os oceanos. Isso acontece por que muitas pessoas, ao saberem de um forte terremoto olham a fase da Lua, que coincidentemente pode estar cheia ou não. Se em dois ou três terremotos a Lua estiver cheia, relacioanarão erroneamente que a Lua cheia provoca terremotos.

No entanto, esses observadores esquecem que todo ano existem cerca de 12 Luas cheias. Se consideramos qe todo ano também acontecem aproximadamente 150 terremotos  com magnitude acima de 6.0 graus, fica fácil verificar que os tremores acontecem em quaquer fase da Lua, seja ela cheia, nova, minguante ou crescente.

É certo que a atração gravitacional exercida pela Lua tem alguma influência nas camadas mais profundas da crosta e do manto e em alguns casos pode até provocar microssismo, mas não há evidências de que podem disparar terremotos.

Por outro lado, como as fases da Lua influenciam diretamente nas marés oceânicas, alguns estudos mostram que em algumas áreas costeiras podem ocorrer microssísmos, neste caso disparados pela força da maré e não pela atração gravitacional da Lua.

TEMPESTADES SOLARES

Outra teoria imediatamente lançada pelos leigos quando acontecem terremotos é a da influência das tempestades solares, princiopalmente quando essas acontecem antes de grandes eventos. Neste caso, o raciocínio é mais complexo, mas também incorreto.

É importante destacar que não existe nenhum estudo científico que afirme isso e os poucos trabalhos que existem na tntativa de relacionar a influência solar aos terremotos são bastante frágeis e inconclusivos. Até o presente momento, a única influência das tempestades solares sobre nosso planeta está restrita às camadas mais altas da atmosfera, especialmente a ionosfera.

Da mesma forma que as fases da Lua, os terremotos acontecem e sempre vão acontecer, esteja o Sol apresentando instabilidades ou não.

Por outro lado, a teoria das termpestades solares é a que mais se aproxima do modelo adotado cientificamente para explicar os terremotos. Não devido aos humores do Sol, mas por citar a fonte geradora do campo magnético terrestre, o núcleo planetário. É ali que todo o processo tem início e foi criado desde os primeiros momentos da formação do nosso planeta há 4,5 bilhões de anos.

O NÚCLEO DA TERRA

O núcleo  terrestre é formado por duas regiões. A mais interna é sólida e muito quente, formada por um grande cristal de ferro altamente denso, chamado núcleo interno. Esse, por sua vez, é envolvido por umqa camada líquida, de consistência pastosa e quase sólida, formado entre outros elementos, por ferro, níquel e silício.

O calor do interior do núcleo sólido atingew cerca de 6 mil graus e ainda é remenescente desde a época da formação do nosso planeta. Ao que tudo indica, esse calor é mantido até os dias de hoje graças ao constante decaimento dos isótopos radioativos.

CAMPO MAGNÉTICO

Os modelos atuais também mostram que é o movimento de convcções do material do núcleo externo ao redor do núcleo interno a causa da formação do campo magnético terrestre. Esse campo se propaga por mais de 60 mil quilômetros no espaço, criando uma região chamada de magnetosfera, capaz de desviar as partículas carregadas que foram ejetadas pelo Sol.

CORRENTES CONVECTIVAS

Além do núcleo magnético, o núcleo terrestre é o responsável diretamente pelos tremores de terra sentidos aqui na superfície. A alta temperatura criada nas profundezas da Terra produz correntes de convecção em toda a parte líquida no interior do planeta. Isso faz com que o magma, localizado no topo da astenosfera, se movimenta. Como as placas tectônicas estão à deriva sobre o magma incandescente, essas também se movimentam, levando consigo os continentes e provocando a colisão, afastamento e deslizamento entre as placas.


segunda-feira, 7 de março de 2011

ATENUAÇÃO

No espaço livre a intensidade do campo de onda varia inversamente com a distância advinda da fonte. Se a intensidade do campo a uma milha da fonte é de 100 milivolts por metro a duas milhas será de 50 milivolts por metro, a 100 milhas será 1 milivolt por metro e assim por diante.
A relação entre a intensidade de campo ou intensidade do campo e densidade de força é semelhante aquela para voltagem e força em circuitos comuns. Eles estão relacionados pela impedância do espaço livre, o qual foi determinado ser 377 ohms. A densidade além disso varia com a raiz quadrada da intensidade do campo, ou inversamente com o quadro da distância.

O decréscimo da força é causado pela expansão da onda sobre esferas ainda mais amplas quando a distância da fonte aumenta. Será importante lembrar esta perda em expansão quando o desempenho da antena for discutido.

Na prática atenuação da energia de onda pode ser muito maior que a lei de "distância-inversa" poderá indicar. A onda não viaja no vácuo e a antena receptora raramente está situada de forma que haja uma linha clara de sinal. A terra é esférica e as ondas não penetram sua superficie de forma apreciável, assim comunicação além de distâncias visuais tem que ser por alguns meios que curvarão as ondas ao redor da curvatura da terra.

Fonte: Grupo Araucária de DX


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PROFUNDIDADE DA ZONA DE SILÊNCIO

Quando o ângulo crítico é menor que 60 graus haverá sempre uma região ao redor do local de transmissão onde o sinal propagado ionosféricamente não pode ser ouvido, ou é fracamente ouvido. Essa área situa-se entre o limite da faixa da onda de surpefície e a ponta interna do retorno de energia vinda da ionosfera. Essa é chamada de zona de salto, e a distância entre o local de origem e o começo do retorno ionodférico é chamado de profundidade da zona de silêncio. O sinal poderá frequentemente ser ouvido por um tempo dentro da zona de salto, através de várias formas de difusão, mas irá comumente ser marginal. Quando a profundidade da zona de silêncio é curta, ambas ondas de superfície e sinais de onda ionoférica poderão ser recebidos a distâncias não afastadas do transmissor. Em tais casos a onda ionoférica frequentemente é mais forte do que a onda de superfície, mesmo tão próximo quando a umas poucas milhas do transmissor. A ionosfra é um meio de comunicação eficiente sob a média ou condições favoráveis. Comparativamente, a onda de superfície não é.

Fonte: Grupo Araucária de DX


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CURVATURA DAS ONDAS DE RÁDIO

Ondas de rádio e ondas de luz são propagadas como energia eletromagnética; sua diferença mais importante é o comprimento de onda, apesar das superfície refletoras de rádio serem usualmente muito menores em termos de comprimento de onda do que aquelas para luz. Em um material de certa condutividade elétrica, longas ondas penetram mais do que as curtas, e assim requerem uma massa mais espessa para boa refletância. Metal fino é um bom refletor de ondas de rádio de até mesmo muito longos comprimentos de onda. Com condutores mais pobres, tais como a crosta da terra, ondas longas podem penetrar muito abaixo da superfície.

Reflexão ocorre em qualquer região entre materiais de diferentes constantes dielétricas. Exemplos familiares com luz são reflexões de superfície d'agua e vidraças. Ambos água e vidro são transparentes para a luz, mas suas constantes dielétricas são muito diferentes daquelas do ar. Ondas de luz, sendo muito curtas, parecem refletir ambas superfícies. Ondas de rádio, sendo muito amplas, praticamente não são afetadas pelo vidro, mas seu comportamento quando encontram água pode variar, dependendo da pureza daquele meio. Água destilada é um bom isolante; água salgada é relativamente um mau condutor.

Dependendo de seu comprimento (ou frequência), ondas de rádio podem ser refletidas por edifícil, árvores, veículo, o solo, água, camadas ionizadas na atmosfera externa, ou em vizinhanças entre massas de ar tendo diferentes temperaturas e conteúdo de umidade. A maioria desses fatores podem afetar o desempenho da antena. Condições atmosféricas e ionosféricas são importantes em praticamente toda comunicação além de puramente faixas locais.

Fonte: Grupo Araucária de DX


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sábado, 5 de março de 2011

A ORIGEM DO S .O. S


Este sinal internacional de perigo ou aflição é conhecido em todo o mundo, embora circulem diversas versões quanto ao seu significado.

A mais corrente é que esse trigrama(sígla de três caracteres reunidos) são iniciais de três palavras inglesas duma prece que os náufragos, julgando próximo o seu fim, dirigiram a Deus: "Slve Our Souls"(Sale as nossas Almas).

Embora muito romântica e sentimental, esta versão é completamente errada. A realidade é muito mais simples e trivial como explicou o comandante francês Chaupour em "Le Moniteur de la Flotte e le Journal du Matelot(réunis)", de 7 de março de 1925, quando da adoção desse sinal para os navios.

Reproduzimos a parte do seu artigo que mais interessa ao caso(TSF= transmissão sem fio):

"... anes da aparição da TSF nas transações comerciais utilizam-se já, desde há muito as comunicações telegráficas através dos mares por cabos submarinos sistema que havia atingido um alto grau de aperfeiçoameno. Existiam convenções internacionais muito claras sobre a matéria e empregava-se uma série de sinais compostos de duas letras, uma das quais era sempre o " Q ", que é das menos usadas na linguagem corrente. Entre esses sinais, os operadores serviam-se do CQ para alertar os operadores das estações ao longo da linha, que deviam dar atenção à mensagem que se ia passar.

A maior parte das convenções existentes foi adotadas pela nova companhia Marconi, quando esta começou as suas operações por mar, em 1902. A chamada CQ adapta-se particularmente bem à TSF(que espalha as suas ondas em todas as direções) e cada navio devia acusar a recepção e repeti-la pelo emissor, tal como se fazia no sistema por cabo.

A medida que o TSF se desenvolvia no mar, deu-se conta que o CQ já não era adequado resultando a regra geral  seguinte conhecida pelo nome de "Circular 57", editada pela Marconi em 07 de janeiro de 1904.

"Chegou ao nosso conhecimento que a chamada CQ("call quest" a todos os postos), satisfazendo casos vulgares, não exprimia suficientemente o caracter de urgência indispensáveis a um sinal de perigo. Por isso, a partir de 01 de fevereiro de 1904, o sinal a usar pelos navios pedindo assistência será CQD, o qual não deve ser emitido senão por ordem do comandante do navio em perigo, ou por outros navios ou postos retransmitindo o sinal desse navio. "Todos os postos receptores devem estar compenetrados do caráter importante e urgente dessa chamada e fazer tudo para o passar o mais rapidamente possível".

"O seu emprego injustificado implica graves sanções contra o prevaricador". O texto original dessa famosa ordem geral faz hoje parte dos importantes arquivos da Marconi como se fosse um objeto de museu".

Em julho de 1908, o sinal CQD foi substituido por SOS segundo decisão da Convenção Radiotelegráfica Internacional. Esta mudança foi devida, sobretudo, à simplificação da combinação, pouco usual, de pontos e traços de todos os outros gêneros de chamadas. No sistema Morse exprime-se pelos seguintes sinais:

...---... (três pontos três traços três pontos)

O sinal SOS foi adotado pois, por razões assencialmente técnicas , simplicidade de manipulação na emissão, simplicidade de leitura na recpção, impossibilidade de confusão com outros sinais em serviço.

As explicações literárias(save our souls, save our sink...) são invenções posteriorers a adoção do sinal e não correspondem à verdade. Podem no entanto servir de mnemônicas ". Todavia é certo que graças a elas S.O.S como sinal de pedido de socorro, saiu do uso dos ténicos e é hoje conhecido por parte importante da população do globo.

Fonte: ANC


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A ORIGEM DO "73"

Você sabe dizer a origem do  "73" o qual usamos tanto em nossas transmissões radioamadorísticas !
Pois bem, vejamos a matéria.

A origem do "73", como sinal convencional de cumprimentos em mensagens telegráficas, tem sido atribuido a um jantar oferecido ANDREW CARNEGIE, na data do seu 73(septuagésimo terceiro) aniversário natalício pela Ordem dos Telegrafistas Miliares. Esse jantar teve luar a 27 de novembro de 1908 e o sinal 73 passou a ser atribuido ao seu aniversário.

Todavia investigações feitas revelaram que antes daquela época já era usado o referido sinal.

É o Telegraph And Telephone Age, de primeiro de junho de 1934, o seguinte, que passamos a transcrever, e que se tem como autêntico.

Depreende-se de pesquisas feitas na história do Telégrafo que, em 1859, houve uma convenção, um de cujos objetivos foi-se encontrar f´rmulas para poupar palavras.

Nomeou-se então uma comissão para confeccionar um código exprimindo em números ou símbolos as "frases feitas".

Essa comissão desobrigou-se da tarefa apresentando um código numérico de 1 a 92. A maior parte desses números foram logo sendo abandonados, mas alguns continuaram a ser adotados até nossos dias, como por exemplo, o 4, com o significado. "Onde quer que eu prossiga ?"

O número 9 significa "linha", isto é, que o Chefe está no aparelho e que, portanto, todas as comunicações devem ser interrompidas. O símbolo 13 significa "não compeendo", o 22 "saudades e beijos", o 30 "boa noite" ou "fim".

O símbolo mais usado presentemente é o 73, que significa "meus cumprimentos" e o 91 que significa "entregue".

Os números intermediários aos acima cairam em quase compleo desuso.

Mr. J.L.Bishof, telegrafísta chefe do Bureau de Comunicações do Departamento Naval, lembra-se decor dos sinais em uso em 1905, como segue.

1 - Espere um momento
4 - Onde devo recomeçar na mensagem ?
5 - Tem alguma coisa pra mim ?
9 - Atenção ou desimpeça a linha(usado por chefes de telégrafos ou despachantes de trens)
13 - Não entendo
22 - Saudades e beijos
25 - Ocupado em outro ramal
39 - Terminado ou vim(VA) mais usado na imprensa para indicar o fim de uma história ou para encerrá-la
73 - Meus cumprimentos ou lembranças
92 - Entregue


Fonte: PY3-IDR
Ivan Dorneles Rodrigues

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quinta-feira, 3 de março de 2011

SEQUESTRO DE CARBONO: SOLUÇÃO OU FARDO PARA O FUTURO ?

Veja só que matéria importante !

Uma das idéias atualmente em uso para evitar ou diminuir os efeitos do aquecimento global é conhecido como sequestro de carbono. Basicamente, o método consiste em capturar o Co2 da atmosfera e armazená-lo em algum lugar, normalmente no subsolo. A idéia vem ganhando adeptos, mas a eficácia e consequências de longo prazo ainda não são plenamente conhecidos.

De fato, quando usado em larga escala, a utilização do sequestro de carbono pode ajudar a diminuir os efeitos do aquecimento no futuro próximo, uma vez que as emissões de combustíveis fósseis seriam reduzidas significativamente. O problema começa quando o Co2 armazenado de várias maneiras retorna à atmosfera devido a vazamentos que o trazem novamente ao meio ambiente.

Para tentar compreender um pouco mais sobre as possíveis implicações desse método, pesquisadores ligados ao Instituto Niels Bohr, na Dinamarca, fizeram projeções de longo prazo e analizaram diversos cenários possíveis de sequestro e vazamento de Co2. O resultado do trabalho foi publicado na última edição da revista científica Nature Geocience e não é nada animador.

De acordo com Gary Shaffer, professor no Instituto Niels Bohr, e líder do Centro Dinarmaquês para a Ciência do Sistema Terrestre, vazamentos do Co2 armazenado poderão ter grande impacto sobre o aquecimento, com o aumento do nível do mar, grande consumo de oxigênio e acidificação e concentrações elevadas de co2 no oceano.

O estudo também revela que a estocagem do gás abaixo do leito sunmarino é uma má escolha pois cria graves problemas para a vida em alto mar. Além disso, o Co2 armazenado desta retornoa a atmosfera de forma relativamente rápida, contribuindo novamente co o aquecimento global. Segundo o paper(trabalho científico), o armazenamento geológico pode ser mais eficaz em retardar o retorno do aquecimento e suas respectivas consequências, mas apenas se uma fuga de Co2 menor qu 1% a cada mil anos puder ser obtida.

UM FARDO PARA A SOCIEDADE FUTURA

Alternativamente, pode-se conter o vazamento dos oceanos ou de reservatórios geológicos re-sequestrado o Co2, mas segundo o estudo seria muito difpicil medir a taxa de fuga global que deveria ser contida através do ré-sequestro. Além disso, o método teria que ser realizado ao longo de centenas ou milhares de anos, o que seria um fardo a mais a ser administrado pelas sociedades futuras, que também estaria lidando com os resíduos nucleares.

"Sequestrar o Co2 tem muitas vantagens sobre outras formas de geo-engenharia climática", disse Shaffer. "Faz sentido modificar o equilíbrio de radiação da Terra recolocando o carbono de volta de onde veio".

Segundo o pesquisador, o Co2 atmosférico é de longa duração e distribuido globalmente de forma bastante uniforme, o que torna possível mantê-lo sobre controle, o que rediziria os riscos de surpresas climáticas desagradáveis. Entretanto, o professor alerta que não se deve subestimar a potenciais problemas de curto  longo prazo causados pelo vazamento dos reservatórios subterrâneos. "Depois  de vazado, o carbono em forma mais leve vai procurar seu caminho para fora da terra ou do leito do mar. No entnder d Shaffer, a atual situação no Golfo do México é uma típica lembrança dessa condição".

Shaffer conclui que "os perigos do sequestro de carbono são reais e o desembolvimento desta técnica não deve ser usado como argumento para a manutenção dos atuais níveis de emissão de combustíveis fósseis. Ao contrário, devemos limitar grandemente as emissões de Co2 agora, evitando ter que sequestrar o carbono de forma maciça, reduzindo as consequências indesejéveis e os cargos que essa técnica terá ao longo de muitas gerações futuras.

Fonte: Apolo 11

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