ESTAÇÃO DE RADIOAMADOR - PU4-TAM - CARANGOLA -MG

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Índices de propagação

domingo, 30 de janeiro de 2011

ENTENDENDO A HORA MUNDIAL UTC

A programação das emissoras internacionais utilizam um único horário, chamado Hora Mundial. Tamos que considerar, que o rádio de ondas curtas é global, com emissoras transmitindo durante 24 horas virtualmente a partir de todas as zonas de horários.

Considerando assim o dia solar de 24 horas e assim, transpondo este período de tempo para o espaço terrestre, temos a seguinte divisão.

Como a terra tem a forma aproximada de uma circunferência e como a circunferência pode ser dividida em 360 graus pelas 24 horas do dia solar, temos que a cada 15 graus de espaço da circunferência terrestre temos a variação de uma hora.

Por exemplo, sabemos que o japão está exatamente do lado inverso ao Brasil, ou seja, à meia circunferência da terra que equivale a 180 graus. Deste modo, se dividirmos os 180 raus pélos 15 graus referentes a cada hora de tempo, teremos uma diferênça de 180  dividido por 15 igual a 12 horas. Como se pode observar é exatamente esta diferença de horário entre Brasilia e Tóquio. Quando aqui é meio dia lá é meia noite e assim sucessivamente o que astronomicamente equivale a concluir que quando o "lado brasileiro da terra" está sendo iluminado diretamente pelo sol(dia), o "lado japonês" está totalmente na ausência dele(noite).

É possível imaginar o caos se cada estação usasse sua própria hora local para agendamento de sua programação. Na Inglaterra, 09:00 horas da noite é diferente de nove da tarde no Japão ou Canadá. Como todos poderia saber quando sintonizar ?

Com a utilização desta padronização de médida do tempo em relação ao espaço, tornou-se possível sincronizar os eventos realizados em diferentes pontos do globo terrestre. Desta maneira, uma transmissão de uma emissora inglesa, que se inicie às 23 horas de Londres, poderá se captada por um ouvinte do Brasil, que irá fazer a sintonia às 20 horas de Brasilia, pois existe uma diferênça de 3 horas entre dois pontos que estão entre si a uma distância de 3 meridianos de 15 hraus.

Hora Mundial, ou Tempo Coordenado Universal(UTC), é também conhecido como Hora Média de Greenwich(GMT)ou, no jargão militar hora "zulu". É anunciado no formato 24 horas, logo, 02:00 da tarde é naturalmente 14:00 horas.

A hora UTC, como podemos observar, é a hora de referência do Meridiano de Grenwich, que cruza o Reino Unido, onde em especial, localiza-se um famoso observatório - The Royal Observatory, localizado no Greenwich Park - existente desde 1.884. Esta é portanto, a referência de horário utilizado no mundo inteiro.

BREVE   HISTÓRICO

Até o ano de 1.884, não existia uma padronização mundial deste sincronismo de horário entre as diversas nações do planeta e deste modo naquela época se considerava somente a hora local do país sem relacionar a posição deste país na terra e por conseguinte a variação que este horário apresenta dentro do dia solar. Deste modo não existia uma correlação entre os horários nacionais. Vou fazer uma analogia:  Se no Japão ocorresse um evento às oito horas da manhã, uma pessoa do Brasil, informada do mesmo faria a idéia mental do horário do acontecimento em relação ao dia solar no Brasil e assim não faria idéia que na realidade aquilo estaria ocorrendo às oito horas da noite para nós.

Em outubro de 1.984, as 25 maiores nações do globo, na época, se reuiniram em Washington-DC, e fizeram uma conferência mundial sobre esta padronização necessária do tempo e nesta reunião foram determinados e aceitos sete parâmetros:

1 - Deveria ser adotado um único meridiano como ponto zero de refrência de horário por todos os países do globo terrestre.

2 - Este meridiano deveria ser o que passava exatamente sobre o Observatório de Greenwich, em Londres, na Inglaterra, que passaria a ser considerado o meridiano de referência.

3 - Oa cálculos de latitude seriam feitos sempre considerando o lado leste e o lado oeste deste meridiano, até 180 graus do mesmo.

4 - Todo os países do Globo deveriam adotar este Dia Universal.

5 - O Dia Universal se iniciaria à meia noite em Greenwich e seria mensurado de acordo com as 24 horas do Dia Solar.

6 - Todos as utilizações náuticas e Atronômicas passariam a ter este Dia Universal como referência.

7 - Seria adotado o sistema métrico decimal como referência de mensuração para tempo e espaço.

Algumas referências poem ser utilizadas na determinação da hora UTC: A primeira, naturalmente é a posição geográfica em relaçãoao fuso horário do Meridiano de Greenwich. No Brasil, na ausência de horário de verão, a diferença é de 3 horas a menos em relação à hora UTC. Qaundo no Brasil - hoirário oficial de Brasilia - são 21:00, a hora UTC é 00:00 horas.

Também, existem endereços na internet especializados em fornecer a hora UTC que se baseiam em precisos relógios atômicos. Um deste sítios é WordTimeZone que fornece não só a hora UTC, mas auxilia na determinação dos horários locais de diversas regiões e países do mundo, além de mostrar no globo terrestre o amanhecer de todo o planeta.

A terceira forma de se determinar o horário UTC, é sintonizar alguma emissora internacional, e ouvir seu anúncio de horário, que por definição é informada a hora mundial.

Uma outra alternativa, é sintonizar as emissoras que transmitem a hora UTC, além de importantes informações sobre índices que definem as condições de propagação das ondas curtas.

A National Oceanic and Atmospheric Administration(NOOA) - orgão federal dos EUA - utilizam as estações WWV e WWVH para transmitir a informação de utilidade pública como a hora exata e mensagens de alerta geofísicas que provem informações a respeito das condições solares terrestres entre outras informações...

As estações de horas mais famosas do mundo, são exeatamente a WWV e WWVH que estaão em 2500, 5000, 10000, 15000 e 20000 KHz. São mantidas pela Marinha  dos EUA, e operam 24 horas por dia nos 7 dias da semana, transmitindo a hora exata e informações regularmente para milhões de ouvintes ao redor do mundo.

A estação WWV em particular está localizada em Fort Collins, colorado, aproximadamente 100 km ao norte de Denver nos EUA. As informações transmitidas incluem anuncio da hora UTC, intervalos de tempo padrão, frequências padronizadas, correções na hora UTC, alertas de tempestades marítmas, e finalmente, relatos do estado do sistema GPS(Global Positionong System)

As estações estão sincronizadas com um relógio atômico, e emitem o sinal de horário e a cada minuto informam a hora UTC. Também, a cada 18 minutos, informam um boletim composto de principais índices relativos a atividade solar, tempestades magnéticas e outros, que possibilitam monitorar as condições das ondas curtas.

Os alertas geofísicos são transmitidos pela WWV a cada 18 minutos após hora cheia e pela WWVH a cada 45 minutos de hora em hora. As mensagens duram menos de 45 segundos e são rotineiramente atualizadas a cada 3 horas(normalmente à 00:00, 03:00, 06:00, 09:00, 12:00, 15:00, 18:00 e 21:00 UTC).

Estes alertas provem informações sobre as condições solares terrestres corrente e prevista que são muito úteis para a comunicação de rádio a longa distância em alta frequência(HF-ondas curtas). Sobre as informações transmitidas e seu significado, obordaremos no ítem referente a intrudução à propagação das ondas de rádio, os principais conceitos e terminologias.

Outra emissora que também transmite a hora padrão UTC, é a Canadense CHU, atualmente ativa em 3330, 7335 e 14670 KHz. A CHU alterna a informação da identificação e horário nos idiomas ingês e franês.

No Brasil podemos captar tanto a WWV como a CHU; durante o dia, podemos receber em 20000 KHz e em alguns horários, em 15000 KHz. À noite é normal a recpção em 5000, 10000, 7335 e 14670 KHz, com razoável qualidade. Além de servir como fonte precisa de horário, podemos utilizar estas emissões para avaliarmos os ajustes de receptores, considerando que existe especial atenção também na manutenção exata das frequências transmitidas.

A maior parte de nós ouviu falar de anos bisextos, mas sabia que existem segundos "bisextos" ?
Tal como os anos bisextos, os quais permitem dar conta dos 365,24219 dias que a Terra leva a completar uma órbita em torno do Sol, os segundos bisextos são necessários para ajustar o tempo que o nosso planeta leva a completar uma revolução em torno do seu eixo. Ora no ano de 2003 e nos anteriores, não foi nescessário introduzir essa correção porque o nosso planeta tem vindo a rodar mais depressa.

Fonte: Adaptado de "Astronomy"

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

UTC - TEMPO UNIVERSAL COORDENADO

O Tempo Universal Coordenado(Coordinated Universal Time), também conhecido como tempo cível, é o fuso horário de referência a partir do qual se calculam todas as outras zonas horárias do mundo.

É o sucessor do Tempo Médio de Greenwich(Greenwish Mean Time), cuja sigla é GTM. A nova denominação foi cunhada para eliminar a inclusão de uma localização específica num padrão internacional, assim como para basear a medida do tempo nos padrões atômicos, mais do que nos celestes.

Ao contrário do GTM, o UTC não define pelo sol ou estrelas, mas sim uma medida derivada do Tempo Atômico Internacional(TAI). Devido ao fato do tempo de rotação da Terra oscilar em relação ao tempo atômico, o UTC sincroniza-se com o dia e a noite de UT1, ao que se soma ou subtrai segundos de salto(leap seconds) quando necessário. Os segundos de salto são definidos, por acordos internacionais, para o final de julho ou dezembro como primeira opção e para os finais de março ou setembro como segunda opção. Até hoje somente julho e dezembro foram escolhidos como meses para ocorrer um segundo de salto. A entrada em circulação dos segundos de salto é determinado pelo Serviço Internacional de Sistemas de Referência e Rotação(IERS), com base nas suas medições da rotação da Terra.

No uso informal, quando frações de segundos não são importantes, o GMT pode ser considerado equivalente ao UTC. Em contextos mais técnicos é geralmente evitado o uso de "GMT".

UTC é uma variante do tempo universal(univesal time, UT) e o seu modificador C( para cooerdenado) foi incluído para enfetizar que é uma variante de UT. Pode-se considerar como uma solução conciliatória entre a abreviatura inglesa CUT e a francesa TUC.

Os tempos UTC de alta precisão só podem ser determinados uma vez, sendo conhecido o tempo atômico, que se estabelece mediante a reconciliação das diferênças observadas entre um conjunto de relógios atômicos mantidos por um determinado número de oficinas do tempo nacionais. Isto é feito sob coordenação do Escritório Internacional de Pesos e Medidas(Burean Interntional des Poids et Mesures - BIPM). Não obstante os relógios atômicos são tão exatos que só os mais precisos computadores necessitam usar estas correções; e a maioria dos utilizadores de serviços de tempo utilizam os relógios atômicos sido previamente configurados como UTC, para estimar a hora UTC.

Devido aos segundos de salto é impossível determinar que representação UTC  virá a ter numa data futura, pois o número de segundos de salto que se tem que incluir na data é ainda desconhecido. Para tais casos é recomendado que se utilize a representação TA1 que não sofre tais limitações.

UTC é o sistema de tempo utilizado por muitos da internet a da World Wide Web. Em particular, desenhou-se o Network Time Protocol como uma forma de distrubuir o tempo UTC na internet.

Na aviação, as cartas de navegação, autorizações de tráfego utilizam o horário UTC para evitar confusões decorrentes dos diferentes fusos e horários de verão. Assim é possível assegurar que todos os pilotos, idependetemente da localização, estejam usando a mesma referência horária. Especialmente na comunicação por rádio, o horário UTC é conhecido como horário zulu, desde aproximadamente os anos 1.950. Isto porque, no alfabeto fonético da OTAN, a palavra usada para Z(de zero, que corresponde ao fuso horário de referência) é zulu.

A vantagem da utilização do UTC é que não depende das políticas dos diversos países ou nações, e não necessita de regulação ralativa a horas de inverno ou verão.

Em relação ao horário de Brasilia, o Tempo Universal Coordenado está três horas adiantado. Isto é, se são 19:14 em Brasilia(sem horário verão), são 22:14 hs no padrão UTC.

O parlamento Europeu decidiu que para todos os países da União Europeia seria uniformemente estabelecido que a hora de verão(em inglês: daylight saving taime, DST) se inicia às 02:00 UTC do último domingo de cada mês de março, sendo acrescida de uma hora, a termina às 02:00 UTC do último domingo do mês de outubro. No caso de Portugal ou Reino Unido, a hora de inverno coincide com a hora UTC.

Fonte: Wikipédia

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

RODADA DO BULE 27 DE JANEIRO 2011

RODADA DE NÚMRO 1.000


Foi ao ar hoje, dia 27 de janeiro de 2011, a edição de número 1.000 da RODADA DO BULE onde compareceram os seguintes RADIOAMADORES:


PY4-OSF - Otoniel -  Nova Lima - MG - Coordenação
PU4-TAM - Magela -  Carangola -MG - Coordenação
PY1-AMT - Aldir - Rio de Janeiro -RJ
PU4-CAB - Carlos - Sete Lagoas - MG
PY4-ESH - Cláudio - Piraúba - MG
PU4-FAF - Francisco - Matias Barbosa - MG
PY1-FOG - Gurgel -  Nova Iguaçu - RJ
PY4-DH - Luíz Augusto - Rio Doce - MG
PY1-CB - César -  Petrópolis - RJ
PU1-KJG - Frederíco -  Atafona - RJ
PY4-WCC - Welingthon - Rio Pomba - MG
PY1-SE - Marcus - Rio de Janeiro -RJ
PY4-ECM - Mendes -  Santos Dumont -MG
PY4-JPX - Roberto -  Juiz de Fora - MG
PY4-SJN - Benete - São J. Nepomuceno - MG
PU1-XTE - Eduardo -   Rio de Janeiro -RJ
PY1-JQ - Moreira -  Rio de Janeiro - RJ
PU1-AIO - De Souza -  Cariacica - ES
PY4-NZ - Morato -  Divinópolis -MG
PY4-CBC - Juliano -  Divinópolis -MG
PY1-KT - Ribamar -  Rio de Janeiro - RJ
PU4-VHF - Luiz Antonio - Betim - MG
PY4-BT - Fernandes - Caratinga-MG
PU1-PTO - Cláudio - Rio de Janeiro - RJ
PY1-MWR - Marcos - Angra dos Reis - RJ
PU1-RTP - Teixeira - Rio de Janeiro - RJ
PU2-NLA - Luiz Moffato - Ubatuba - SP
PU4-RSP - Ricardo - Barbacena - MG
PY1-VSM - Vilson - Campos dos Goytacazes - RJ
PY1-VKG - Mendes - São J.do Meriti - RJ
PU1-MZP - Antonio José - Nova Iguaçu - RJ
PY4-GTO - Claudemir - Juatúba - MG
PY1-VS - Vargas - Rio de Janeiro - RJ
PY4-UQ - Thalles - Rio Pomba - MG
PY4-FY - Oliveira - Florestal - MG
PY4-DU - Oliveira - Lambari - MG
PY1-ZG - Zélio - Rio de Janeiro - RJ
PU4-BCA - Adailton - Barbacena - MG
PY1-CA - Carlos Alberto - Maricá - RJ
PY1-MDE - Manoel - Rio de Janeiro - RJ
PY1-SFF - Evíla - Itaguaí - RJ
PY4-ATB - Luiz Alberto - Contagem - MG
PU1-OST - Carlos - Itaboraí- RJ
PY1-AGO - Airton - Rio de Janeiro - RJ

Foram 44 participantes da inesquecível RODADA do dia 27 de janeiro de 2011, onde completamos a etapa de 1.000 apresentações do nosso cafezinho virtual. Parabenizo a todos os radioamadores que lá estiveram, em especial a turma de radioamadores do Estado do Rio de Janeiro, que mostraram ao Brasil e ao mundo, diante da grande tragédia que se abateu na região serrana do Rio o verdadeiro sentido do radioamadorismo. QUANDO TODOS OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO FALHAM, LÁ ESTÁ O RADIOAMADOR  PARA AUXILIAR, COORDENAR E INTERAGIR COM AS AUTORIDADES NO SALVAMENTO E RESGATE DE NOSSOS IRMÃOS.

A milésima edição da Rodada do Bule foi inteiramente direcionada e dedicada a todos os RADIOAMADORES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO e em especial ao nosso grande amigo-irmão PY1-UAP - Ubiraci e sua familia.


E que nós continuemos escrevendo a nossa história nas páginas do radioamadorismo aqui no Brasil. TKS e até uma próxima...

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

RELÓGIO

Nós RADIOAMADORES, estamos sempre envolvidos com a verificação de hora, data, medição de temperatura e etc. Vamos acompanhar algumas matérias que serão colocadas aqui, tentando explicar do jeito mais simples, para que possamos entender, sobre esse assunto e alguns outros que lidamos no dia a dia em nossas transmissões via rádio. Vamos falar do RELÓGIO, UTC, GTM E A  LINHA INTERNACIONAL DE DATA.

O RELÓGIO é utilizado. como medidor do tempo desde a antiguidade, em varios formatos. é uma das mais antigas invenções humanas.

Entre os primeiros relógios, ou horológios em português mais antigo, que se tem conhecimento são os relógios de sol. Provavelmente os gnômons. A história registra que apareceu na judeia, mais ou menos em 600 a.C, com os relógios de água(clepsidras) e os relógios de areia(ampulhetas). O arcebispo de Verona chamado Pacífico, em 850 de nossa era, construiu o primeiro relógio mecânico baseado em engrenagens e pesos. Em 797(ou 801), o califa de Bagdá, Harun al-Rashid, presenteou Carlos Magno com um elefante asiático chamado Abul-Abbas, junto com um relógio mecânico de onde saia um pássaro que anunciava as horas. Isso indica que os primeiros relógios macânicos provavelmente foram inventados pelos asiáticos. Contudo, embora exista controvérsias sobre a construção do primeiro relógio mecânico, o papa Silvestre II é considerado seu inventor.

Outros grandes construtores e aperfeiçoadores de relógios foram Ricardo de Walinfard(1.344), Santiago de Dondis(1.344), seu filho João de Donis que ficou conhecido como "horologius", e Henrique de Vick(1.370).

Por volta de 1.500, Pedro Henlein, na cidade de Nuremberg, fabrica o primeiro relógio de bolso.

Até que em 1.595, Galileu Galilei descobre a Lei do Pêndulo. Com os relógios mecânicos surge uma grande variedade técnica de registros da passagem do tempo. Os relógios deste tipo podem ser de pêndulo, de quartzo ou cronômetros.

Os mais precisos são os atômicos.

Os primeiros relógios utilizados foram relógios de bolso. Eram muito raros e tidos como verdadeiras joias, pois poucos tinham um. Os relógios de bolso eram simbolo da alta aristocracia.
Comenta-se que foi Santos Dumont quem inventou os relógios de pulso. A amizade de Santos Dumont com Louis Cartier vinha do fim do século XIX. Uma noite, Alberto lhe disse que não tinha como ler hora em pleno vôo em seu relógio de bolso ; com o auxilio do mestre relogoeiro Edmond Jaeger, Carier apresentou uma solução para Santos Dumont, um protótipo do relógio de pulso, em 1.904, o qual permitia ver as horas mantendo as mãos nos comandos.

RELÓGIO ATÔMICO

Um relógio atômico é um tipo de relógio que usa um padrão ressonante de frequência como contador. Como o próprio nome diz, é um medidor de tempo que funciona baseado em uma propriedade do átomo, sendo o padrão a frequência de oscilação da sua energia. Como um pêndulo de relógio, o átomo pode ser estimulado exeternamente(no caso por ondas eletromagnéticas) para que sua energia oscile de forma regular, por exemplo: a cada 9.182.631.770 oscilações do átomo de césio-133 o relógio entende que se passou um segundo. Os elementos mais utilizados nos relógiosatômicos são hidrogênio, rubídio e, principalmente, césio.

O seu funcionamento não é tão simples. Com base em estudos anteriores, os pesquisadores conhecem a frequência máxima com que esses átomos libertam enegia, a sua frequência de oscilação. Os mecanismos do relógio estimulam os átomos por meio de microondas e ondas magnéticas, até atingir essa frequência, que é interpretada como tempo de acordo com os padrões já conhecidos.

O primeiro relógio atômico foi construido em 1.949 nos EUA. Uma versão aprimorada, baseada na transição do átomo de césio-133 foi construído por Louis Essen em 1.955 no Reino Unido. Isto levou a uma definição internacionamlente aceita do segundo baseada no tempo atômico.

Desde 1.967, a definição internecional do tempo baseia-se num relógio atômico, assim como os relógios, satélites e aparelhos de última geração. Ele é considerado o mais preciso já construído pelo homem e mesmo assim atrasa: 1 segundo a cada 65 mil anos. Assim, o Sistema Internacional de Unidades(SI) equiparou um seundo a 9.192.631.770 ciclos de radiação que correspodem à transição entre dois níveis de energia do átomo de césio-133.

Em agosto de 2004, os cientistas do NIST(Nacional of Standards and Technology, sigla, erm inglês para Instituto Nacional de Padrõs e Tecnologia) apresentaram um relógio atômico do tamanho de um chip, que segundo eles, teria um milésimo do tamanho de qualquer outro modelo e consumindo apenas 75 m W, tornando possível sua utilização em aparelhos movidos a pilhas ou baterias.

O Brasil possui, no Observatório Nacional(localizado na cidade do Rio de Janeiro, mais precisamente na Rua General Bruce no Bairro Imperial de São Cristovão), dois relógios de átomos de Césio-133. As agências nacionais responsáveis pelos horários oficiais zelam pela manutenção de uma precisão de 10-9 segundo por dia(isto é, 0.000.000.001 segundo ou ainda, um bilionésimo de segundo.

Fonte: Wikipédia

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domingo, 23 de janeiro de 2011

ESTÁ NO BRASIL UM DOS VULCÕES MAIS ANTIGOS DO MUNDO

Os limites do Oceano Pacífico guardam os maiores grupos de vulcões ativos existentes hoje. Eles circundam toda a região desde o norte, com as Ilhas Kurilas, Japão, Ihas Marianas, do lado oriental, até latitudes mais baixas, na Austrália, com as Ilhas de Salomão, Samoa e Tonga, passando, no lado ocidental, pelas Ilhas Galápagos, na altura da América Central até a Cascade Range, nos EUA, e Ilhas Alvetas, perto do Alasca.

Já no interior dos continentes a presença de vulcões é bem inferior aos situados em áreas litoraneas e um dos acidentes desse pequeno grupo está no Brasil. A descoberta é de um grupo de pesquisadores do Instituto de Geociências (IGC)da Universidade de São Paulo(USP), que localizou no Pará um dos maiores e mais antigos vulcões conhecidos atualmente.

Sua idade é estimada em quase 2 bilhões de anos, perto da metade da idade da Terra, calculada em 4,5 bilhões de anos, diz o professor Caetano Juliani, coordenador do IGC, destacando que essa é também uma característica que o torna tão intrigante. A descoberta posiciona o Brasil na rota mundial de interesse dos vulcanólogos. "É muito raro encontar vulcão tão antigo ainda preservado do intemperismo e da erosão", comemora ele.

Normalmente, formações antigas desaprecem devido ao desgaste proveniente do conjunto de processos de decomposição das rochas por intereção com a atmosfera e hidrosfera, ou ainda geológicos resultante da constante movimentação das placas tectônicas ao longo do tempo. A título de comparação, a maioria dos vulcões desse tipo ainda preservados se formaram há menos de 250 milhões de anos.

Segundo o geólogo Rafael Hernandes Corrêa Silva, que tem uma dissertação de mestrado sobre o estudo, a formação do vulcão se iniciou a partir de dezenas de pequenas erupções. O ponto alto das atividades foi uma erupção gigantesca, catastrófica e altamente explosiva que, além de expelir uma quantidade extraordinária de lava e cinzas, provocou desabamento de uma área circular de 22 km chamada de caldéira. O gigante descoberto na Amazônia pertence ao grupo dos vulcões constituidos por magma ricos em silícia(ácido), que geram os complexos de maiores deimensões, ao contrário dos formados por magmas pobres em silícia(básicos).

Juliani diz que a preservação do acidente e de alguns minerais encontrados nas rochas que compõem a cratera do vulcão, gerados pela reação química dos fluídos e gases liberados pelo magma(rocha fundida que constitui o manto) e da água subterrânea com as paredes do vulcão, é única no mundo. O principal é a alunita, um sufato rico em potássio e sódio. O que chama a atenção , segundo o pesquisador, é o fato de o material se formar em temperaturas relativamente baixas(inferiores a 350c) e quase na superfície, a cerca de 1 km de profundidade no máximo. "Não sabemos porque a estrutura permaneceu estável. Essa é uma questão em aberto, que merece estudos detalhados", aponta.

O vulcão está localizado na província aurífera do tapajós, no Pará, entre os rios Tapajós e Jamanxim. Não existe estrada de acesso ao local, que reúne ainda outros diversos vulcões, formados quando o locau afundou(resultando ana caldeira), em mapeamento pela equipe de Juliani e pesquisadores da Universidade Federal do Pará(UFPA), entre eles os professores Roberto Dall´Agnol e Cáudio Lamarão. O acesso é feito por barco, pelo rio Tapajós, e mais dosi dias de caminhada, ou por avião de pequeno porte que aterrisa no meio da floresta.

Os primeiros estudos na região começaram em 1.998, e versavam sobre os minérios da região. Os pesquisadores chegaram à existância do vulcão, que se eleva de 250 m a 380 m acima da superfície por meio de análises químicas dos compostos da região, imagens de radar, de satélite e trabalhos de campo, que permitiram delinear a extensão e o formato da caldeira. Sua intensidade à época foi de tal magnitude que trasnposta para o dias de hoje equivaleria a uma hecatombe.

"Estes eventos são altamente destrutivos e, se houvesse qualquer coisa ao redor, tudo seria queimado e devastado", aponta Juliani. De acordo com ele, o derrame de lava e cinza alcançou centenas de metros de espessura, e podem ser superiores a 600 Km cúbicos.

As partículas vulcânicas cobriram a atmosfera por dezenas de quilômetros, reduzindo a incidência de luz solar. "Depois do edvento da vida vegetal e animal, este fenômeno é ainda mais catastrófico, por causa da fotossintese, da cadeia alimentar e do inverno decorrente, semelhante ao que ocorreria no caso de uma guerra nuclear em larga escala", explica Juliani.

Diz o pesquisador que o vulcão surgiu no periodo Paleoprotezóico(2.500 a 545 milhões de anos), o segundo na escala geológica, posterior apenas ao perido Arqueano. "Não havia continentes como nós os conhecemos hoje", lembra Juliani. As únicas formas de vida existentes eram bactérias, cuja origem é de 2,5 bilhões de anos, e seres unicelulares, de 2 bilhões de anso descobertos por estudos realizados na Austrália.

Conta o professor que o vulcão se formou pelo choque de dua splacas tectônicas(macro regiões de rochas que flutuam sobre o magma), no qual uma foi empurrada para baixo da outra. "Nessa época, ainda não existiam grandes massas continentais, só alguns pequenos blocos colidindo para formar o que mais tarde seria o primeiro supercontinente da Terra, denominado pelos geólogos de Rodínia em alusão ao Gigante de Rodes".

A atividade, além de deformar as extremidades dos conjuntos, veio acompanhada de abalo sísmicos. A partir do momento em que são empurradas para o interior da Terra, as rochas se tornam mais quentes e menos densas. Fundido, o material submerge violentamente pelas fraturas causando explosões de lava na superfície. O fenômeno foi semelhante ao que ocorre na região dos Andes. A cordilheira foi formada pelo choque entre a placa do Oceano Pacífico, que ocupa toda a região pela qual se estende o mar, e a placa do Atlântico Sul. No caso de colisões dessa natureza, uma das porções pode submergir até 600 Km sob a outra durante milhares de anos à velocidade de poucos centímetros anuais.

A descoberta do vulcão abre espaço para a exploração de terrenos antigos no mundo, como outros encontrados na Autrália, Canadá e África, que podem conter metais de interesse econômico só registrados em sistemas em sistemas mais jovens que o da Amazônia. "A área tem mineralização de ouro, mas nada que valesse à pena foi encontrado nesse momento, embora haja potencialidade econômica para que isso ocorra", revela o professor. A importância da região é mais científica devido à raridade de duas variedades de depósitos encontrados no local, que até então nunca haviam sido reconhecido em termos tão antigos.

Analisa Juliani que é possível que um dos dois modelos existam minérios em volume e economicamente relevante, o que só poderá ser confirmado com pesquisas por empresas de mineração. "A importância econômica é devida ao fato de que estes tipos de mineralizações podem gerar depósitos de ouro e cobre de grandse teor e baixo volume e podem ter, associados, outros depósitos de ouro e cobre de grande tonelagem e baixo teor. Isto significa que o bem mineral ocorre em pouca quantidade de rocha hospedeira, mas o volume dessa rocha que pode ser lavrado é muito maior, resulando num volume final de minério explorado muitogrande", explica.

Entre os leigos, a descoberta do vulcão levantou questões sobre possíveis erupções. Juliani garante que a estrutura está completamente inativa, até porque o ciclo de vida dessas formações é de 3 a 4 milhões de anos, número baixo perto da idade de 1,85 bilhão de anos. O sistema foi extinto quando o material líquido que preenchia a câmara magmática esfriou, um processo de milhares de anos. As pesquisas contaram com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo(FAPESP), Programa de Apoio a Núcleos de Excelência(PRONEX), Centro de Tecnológia Mineral(CETEM) e do United Geological Survey(USGS).


Fonte: Jornal do Estado


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sábado, 22 de janeiro de 2011

PODEMOS TER UM TSUNAMI NO BRASIL ?

Tsunamis são ondas gigantes, provocadas por terremotos no fundo do mar, deslizamentos gigantescos de encostas ou erupções vulcânicas oceânicas. Apesar do Brasil se localizar no centro da Placa Tectônica Sul-americana, sua grande extensão costeira torna o país vulnerável às ondas induzidas por sismos de grande magnitude que possam ocorrer longe da costa.

Estamos assistindo ao vivo  a cores e de camarote, grandes tragédias acontecendo em nosso planeta e  ficamos sem ação diante de tamanha destruição; deveriamos parar um pouquinho e repenssar sobre os nossos atos diante a mãe natureza.. Não é de hoje que ouvimos falar sobre a preservação do planeta azul e a cada dia que passa,  fica mais evidente que devemos preservar ao máximo o ambiente onde vivemos. Acabamos de assistir à maior tragédia natural que já aconteceu no Brasil, cidades situadas na região serrana do Estado do Rio de Janeiro foram varidas do mapa. Eu tenho acompanhado algumas matérias e as vezes vejo um pouco de malícia  nos comentários... mas, por outro lado existe um fundo científico verdadeiro, provavel mediante estudos e pesquisas.

Laiam com bastante atenção essa matéria que aqui estou colocando. Estou falando sobre as possibilidades de um TSUNAMI atingir a nossa bela e amada Pátria. Lambro, que não temos alerta de Tsunami em nosso país ou meios de comunicação para uma possível evacuação em massa, caso venha acontecer tal fato.

Segundo estudos ao que indica, a costa de São Paulo já foi atingida por um grande maremoto que devastou a cidade de São Vicente. Isso aconteceu em 1.541 e devastou a vila construída por Martim Afonso. Até hoje os pesquisadores não sabem ao certo o que causou o tsunami, mas como os europeus já estavam aqui, diversos documentos históricos registram o evento.

Preste bastante atenção nesse nome, CUMBRE VIEJA.

Recentemente, alguns cientistas passaram a se preocupar com uma possível erupção desse vulcão, localizado no belíssimo arquipélago das Ilhas Canárias, na costa oeste da África.

Esse vulcão tem um dos seus flancos(lados) instáveis e segundo os defensores dessa teoria, caso ocorra uma erupção muito forte poderá desmoronar, despejando no mar nada mais de que 500 bilhões de toneladas de rocha e de tudo que está em cima dela. Se isso acontecer um Mega Tsunami se espalharia pelo Caribe, Flórida e costas norte e nordeste do Brasil, além do oeste da Europa e África.

De acordo com alguns modelos, as ondas teriam 40 metros de altura, viajando a cerca de 1.000 km por hora(aproximadamente a velocidade de um avião a jato) e chegariam ao Brasil em 8 ou 9 horas.

Apesar de catastrófica, a hipótese de um tsunami provocado pelo CUMBRE não é compartilhada por todos os cientístas, que acreditam que o vulcão não tem energia suficiente para provocar um mega terremoto dessas proporções.

Esse vulcão apresenta fortes erupções a cada 200 ou 300 anos e a última grande erupção ocorreu em 1.971, sem maiores consequências.

E SI... UM TSUNAMI ATINGISSE O BRASIL ?

Os resultados seriam bem parecidos com o que você viu na televisão, nas revistas e na internet desde o dia 26 de dezembro, milhares de pessoas desabrigadas, corpos sendo regatados em alto-mar, crianças órfãs, plantações destruidas e outra infinidade de mazelas que as catástrofes naturais têm uma habiliade única de provocar.

Mas um tsunami como a da Ásia é quase impossível de acontecer por aqui. Lá, a sequência de ondas gigantes foi resultado de um terremoto provocado pelo movimento das placas tectônicas Australiana. As placas tectônicas, encaixadas como um gigantesco quebra-cabeça, formam um manto sobre o magma, a camada do centro da Terra composta por rochas em estado fluido. Quando uma dessas placas raspa ou se encosta em outra, nós sentimos tremores nos continentes. Se isso ocorrer no fundo do mar, a energia liberada forma uma onda, que vai se propagando até atingir terra firme. Foi exatamente o que aconteceu no Sul da Ásia. "Já no Brasil, para nossa sorte, está localizado bem no centro de uma placa e, mesmo quando ele se move, provoca apenas abalos de pouca intensidade", diz o professor de energia oceânica da UFRJ Paulo Rosman.

Acontece que terremotos no fundo do mar não são a única razão para o surgimento de um tsunami. Quedas de meteoros e erupções vulcânicas também podem gerar ondas gigantes. Nesses casos, a força do tsunami depende do tamanho do material que é arremessado ao mar. Se você acha que escapamos mais uma vez, engana-se. O pesquisador Steven Ward, da Universidade da Califórnia, é autor de um estudo sobre o impacto que uma erupção do vulcão CUMBRE VEJA PODERIA CAUSAR NAS AMÉRICAS. O vulcão está localizado na Ilha La Palma, no arquipélago das Ilhas Canárias, perto da costa africana. De acordo com Ward, uma próxima erupção pode fazer parte da ilha deslizar e cair no mar. Essa queda produziria uma energia tão grande que, em poucas horas, ondas gigantescas se formariam e destruiriam várias ilhas do Caribe, alguns estados americanos e Norte e Nordeste brasileiros. "Ninguém sabe ao certo quando o CUMBRE VIEJA pode entrar em erupção", diz o pesquisador americano. "Ele entrou em colápso há 550 mil anos, desde então reconstruiu-se e pode estar voltando novamente ao fim de seu cíclo". Como o Brasil não tem sitema de alarme de tsunami, moradores e turistas, seriam pegos de surpresa, repetindo as cenas trágicas que aconteceram no último ano na Ásia.

Bem, baseando-se nessas informações e nesses estudos científicos, temos que dar importância por tratar-se de estudo com lógica. Ninguém escreveu uma matéria sobre esse assunto simplesmente com a intenção de querer gerar polêmica ou um alerta mundial mas sim, de fazer com que tenhamos conhecimento do assunto, porém, também temos que ter a consciência de que na natureza, tudo é imprevisível. Isso pode acontecer daqui a 100, 200 ou 300 anos com cálculo base dos estudos científicos, como também pode acontecer bem antes.

Ninguém imaginaria que a tsunami de 2006 ocorreria a ponto de acabar com uma população 220.000 habitantes, modificando o movimento de rotação do planeta e causando uma inclinação de 06 centímetros em um de seus pólos. Parece que não, mas influi em muita coisa no rítimo planetário. Mudanças no clima proporcionando o surgimento de novas doenças au até de impossibilidade de viver em certas regiões devido a mudança no habitat.

Em um ponto de vista oculista, todo momento onde ocorre uma mudança drástica na natureza, é chegado o momento de mudanças também no ser humano. E sabemos que o planeta vem sutilizando-se energéticamente e em relação à uma tomada de consciência em um ritmo acelerado. Novas situações vem chegando no mundo, novas doenças e vírus, a tecnologia extremamente avançada porém nem sempre usada para um bom lado, o ser humano cada vez disperso em compreender-se como um filho de Deus manifestado na Terra, cheio de egoísmo e separatividade, entre outros fatores, onde perdem-se o controle.

Se falamos de preocupação com a natureza e com seus semelhantes, somos chamados de hipongos e loucos visionários. Até quando o humano vai ficar se preocupando com estética e ego enquanto a própria natureza vem dando suas linguagens de perigo !

Amigos, vamos acordar e vejamos que DEUS está na natureza, ela está cobrando o que é dela, e está cobrando em cima de nossos atos não somente com ela mas em tudo que se relaciona com ser vivente. E como podemos mudar isso ? Simples:

Aceitando à crescer e melhorar nossa forma de visão das coisas, trabalhando em ação e amor pelo outro, o respeito pelo outro e por toda e qualquer emanação de vida, começando por uma formiga.
Respeitar a natureza e o espaço da mesma. Pois ela não invade nosso espaço, então façamos o mesmo.
Deixando o egoismo de lado e começar a perceber onde precisamos mudar e nos reconciliar com a natureza, com o todo e com o cosmo ao invés de plantar o desamor colhendo tudo o que estamos colhendo.

Enfim, finalizando, sabemos que não somente essa catástrofe da natureza pode acontecer, como tantas outras também. Reconciliemo-nos com ela, pois ela vem cobrando o que dela nós destruimos. Por enquanto continuemos falando baixinho para que o CUMBRE VIEJA continue seu sono em paz. Papo de louco visionário ? Vejamos lá na frente então ! Tenhamos boa sorte em reconciliar com o cosmo antes que a natureza termine de nos engolir.

Lembre-se sempre...a cobrança da mãe natureza é severa !!!

Fonte: Wikipédia
Fonte: Cláudia de Castro Lima
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FÓRMULA DE FRIIS

A fórmula de Friis(ou lei de Friis) é usada em engenharia de telecomunicações e relaciona a potência transmitida de uma antena para outra em determinadas condições ideais. Foi desenvolvida por Harald Trap Friis.

Na sua forma mais simples, a Fórmula de Friis é a que segue. Dadas duas antenas, a razão da potência recebida pela antena de recepção, Pi, sobre potência transmitida à antena de transmissão Pt é dado por:

Gt e Gr são os ganhos das antenas de transmissão e recepção, respectivamente Y é 0

Comprimento de onda R é a distância entre elas. Os ganhos das antenas são medidos com respeito a antenas isotrópicas(em unidade lineares e não em decibéis), com o comprimento de onda e a distância nas mesmas unidades.

A fórmula postula  que a quantidade de potência trasnferida entre duas antenas é proporcional ao produto dos ganhos das antenas. De acordo com isto, deficiências de baixo ganho em antenas de transmissão poderá
ser compensadas com um ganho em antenas de recepção e vic-versa. Isto é muito importante em várias aplicações práticas, dado que é por vezes necessário uma natena ter baixo ganho devido a restrições de tamanho, peso ou potência disponível, como acontece com as antenas situadas em satélites ou naves especiais.

Esta fórmula simples é aplicável apenas sobre as seguintes condições ideais:

As antenas estão em espaço aberto não abstruído;

Pr é tida como a potência disponível nos terminais da antena de recepção. Não será totalmente entregue ao receptor a não ser que haja adaptação de impedância com a antena;

Pt é tida como a potência disponível nos terminais da antena de transmissão. Não será totalmente entregue à potência de transmissão a não ser que haja adaptação de inpedância com a antena;

As antenas estão alinhadas sobre a mesma polarização e orientadas de maneira a que cada antena radie na direção de máxima radiação da outra.

As condições ideias quase nunca são alcançadas em condições terrestres ordinárias, devido a obstruções, reflecções em edifícios e, ainda mais importante, devido a reflecção na terra. Uma situação onde a fórmula é razoavelmente eficiente é em comunicações por satélite, onde a absorção atmosférica é desprezável; outra situação ocorre em salas anecóicas desenhadas para minimizar as reflecções.

Fonte: Wikipédia

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NASA PEDE AUXILIO A RADIOAMADORES

A Agência Espacial Americana(NASA), confirmou ontem que o nano satélite experimental Nanosail-D ejetou espontaneamante da sua estrutura principal do satélite FASTSAT,. A ejeção foi identificada pelos engenheiros do Centro Espacial Marshall, que estão solicitando a ajuda de radioamadores na captação dos sinais de rádio emitidos pelo artefato.

A equipe de pesquisadores responsáveis pelo experimento conta com os informes dos radioamadores para verificar se o satélite está em boas condições e se poderá completar a missão de vela solar para a qual foi projetado. Os sinais de telemetria estão sendo emitidos através da packet-rádio na frequência de 437.270 Mhz e qualquer informação poderá ser enviada diretamente ao centro de controle da missão, na Universidade de Santa Clara, em http://nanosaild.engr.escu.edu/dashboard.ttm

Após a ejeção, um temporizador a bordo do satélite iniciou uma contagem regressiva de três dias. Quando chegar a zero, o que deverá ocorrer no sábado, um mecanismo automático iniciará o desdobramento de uma vela plástica de 9,2 metros quadrados, fundamental para a continuidade da missão.

Para saber se a vela foi perfeitamente aberta os pesquisadores usarão os sinais de telemetria captados pelos radioamadores, por isso os informes estão sendo ansiosamente aguardados.

"Estamos ansiosos para ouvir o sinal da telemetria nos dizer que está tudo bem com o satélite", disse Dean Alhorn, engenheiro aeroespacial ligado ao Centro Marshall e principal investigador do esperimento. "Nossa equipe está bastante confiante e acredita que o NonoSail-D esteja em boas condições e apto a conduzir a missão", completou o cientista.

PLANEJADA

 E ejeção planejada foi iniciada no dia 06 de dezembro de 2010, quando os engenheiros confirmaram que o compartimento que abrigava o satélite havia sido aberto e o pequeno NanoSail-D havia sido ejetado. No entanto, análises feitas posteriormente indicaram que não havia evidências de que o objeto havia entrado em órbita, fazendo a equipe acreditar que NanoSail-D ainda permenecia dentro do corpo do satélite principal.

A missão FASTSAT  continuou a operar normalmente com outros cicno satélites científicos funcionando como o planejado.

"Sabiamos que o compartimento estava aberto e que NanoSail-D poderia ejetar-se por si próprio", disse o diretor do projeto Mark Boudreaux. "Nessa manhã tivemos a confirmação de que isso realmente aconteceu".

Se a abertura das velas ocorrer como previsto, NanoSail-D deverá permanecer em órbita baixa entre 70 a 120 dias, dependendo das condições de arrasto da atmosfera. O artefato foi projetado para mostrar o funcionamento de abertura de uma vela solar compacta, que poderá ser usada como alternativa de propulsão. Além disso, a missão FASTSAT tem o objetivo de testar a habilidade de ejetar nanosatélites a partir de um microssatélite.

Fonte: Apolo 11

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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

TRANSMISSÃO EM VHF

VHF é a sigla e o termo inglês Very High Frenquency (frequência muito alta) que designa a faixa de radiofrequências de 30 a 300 Mhz. As frequências abaixo das VHF são conhecidas como Altas Frequências (Higt Frequency), e as frequências acima como Ultra Altas(Ultra High Frequencies).

A VHF é comumente utilizada para transmissão de rádio FM(comumente em 88-108 Mhz) e trasmissões televisivas(em conjunto com a faixa de frequência UHF)., também é geralmente usada para sistemas de navegação terrestre, comunicações aéreas e RADIOAMADORISMO.

As características de propagação das VHF são ideais para comunicações terrestres de curta distância, com alcance geralmente além da linha de visada do transmissor. Ao contrário das altas frequências(HF), a ionosfera não reflete as ondas VHF e as transmissões são restritas à area local, não interferindo com transmissões realizadas desde milhares de quilômetros. A faixa VHF é menos afetada por ruídos e interferências atmosféricas emitidas por equipamentos elétricos de baixas frequências. Por outro lado, é mais facilmente obstrído pelas características do terreno que em frequências mais baixas(como na HF), embora menos sujeita a interferências por edifícios e outros objetos menos substanciais do que em frequências mais elevadas(como na UHF).

Era também mais fácil construir transmissores, receptores, e antenas eficientes para VHF nos primórdios do rádio, em comparação à frequência UHF. Na maioria dos países, o espectro de VHF é usado para transmissão de rádio e televisão, assim como estações bidirecionais(tais como aquelas operadas por táxis e por policiais), comunicações rádio bidirecionais marítimas, e rádios de aviões.

CONDIÇÕES DE PROPAGAÇÃO INCOMUNS

Duas condições de propagação incomuns podem permitir um alcance muito maior do que o normal: ducto tropósférico e esporádica-E (muito mais rara de ocorrer).

O ducto troposférico pode ocorrer paralelamente ao avanço de uma frente fria, na parte dianteira desta, especialemnte se houver uma diferença marcante nas umidades entre as massas de ar frio e quente. Um ducto pode se formar aproximadamente 240 Km(150 milhas) adiante da frente fria, similarmente a um ducto de ventilação em um prédio, e as radiofrequências de VHF podem se propagar neste ducto por centenas de quilômetros. Por exemplo, um transmissor FM amador de 50 watts operando em 146 MHz pode se comunicar desde Chicago para Joplin, Missouri, diretamente, e para Austin, Texas, através de um repetidor.

A propagação esporádica-E é assim chamada por se refletir à camada E da ionosfera. Uma erupção de mancha solar pode lançar na atmosfera superior da terra partículas carregadas, que podem permitir a formação de um "remendo" ionizado denso o bastante para refletir de volta frequências de VHF, da mesma forma que as frequências de HF são refletidas(onda espacial). Por exemplo, a emissora de TV KMD(canal 2,54-60 Mhz) de Midland, Texas, foi sintonizado em Chicago, bloqueando o sinal da emissora WBBM-TV de Chicago transmitindo no mesmo canal. Estes "remendos" podem durar segundos, ou se estender por horas. Estações de FM de Miami, Flórida, Nova Orleãs, Lousiana, Houston, Texas e mesmo do México foram ouvidas por várias horas na área central de Illinois durante tal evento.

LINHA DE VISTA

O alcance de VHF é uma funação de potência do transmissor, da sensibilidade do receptor, e da distância ao horizonte, visto que os sinais de VHF se propagam sob circunstâncias normais como um fenômeno próximo da linha de vista(line-of-sight); esta expressão quer dizer que ambas as antenas precisam estar visuais, ou seja, estarem na linha de vista(ou de visão) uma da outra.

No Brasil, o VHF situam-se os serviços de Radiodifusão sonora em FM, radiodifisão de sons e imagens, aviação, serviço móvel marítimo, radioamadores, marinha, militares, utilitários essenciais, polícia, bombeiros, resgate, entre outros.


Fonte: Wikipédia

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TELEMETRIA

É uma tecnologia que permite a medição e comunicação de informações de interesse do operador ou desenvolvedor de sistemas. A palavra é de origem Grega onde tele = remoto e metron = medida. Sistemas que necessitam de intruções e dados enviados a eles para que sejam operados, requerem o correspondente a telemetria, o telecomando.

É um sistema de monitoramento com diversas aplicações, muito falada nas corridas como fórmula 1, dragsters e qualquer outro tipo de esporte automobilistico, também é usada em industrias de monotoramento, normalmente funciona via trasmissão sem fio (sinal de rádio), dai o nome telemetria. Em muitos lugares tem o uso em conjunto do datalog que é a função de gravar um periodo de tempo da leitura dos canais da telemetria. O sistema também é utilizado para recolhimento de dados meteorológicos.

A telemetria geralmente refere-se a comunicação sem fio ( i.e. uda i, sistema de rádio para implementar um enlace de dados), porém pode também referir-se aos dados transferidos sobre outras mídias, tais como telefone, rede de computadores ou através de um enclace óptico. No setor outomotivo e de logística as informações também podem ser transmitidas via sistemas celulares, em interfaces próprias para transmissão de dados (GPRS e EDGE no sistema GSM e 1xRTT no sistema CDMA).

Fonte: Wikipédia

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

CINTURÃO DE VAN ALLEN

Na penúltima edição do meu blog onde estavamos falando sobre a IONOSFERA, foi comentado um trrecho que falava sobre o Cinturão de Van Allen. Vamos explicar o que é esse Cinturão.

O Cinturão de Van Allen é onde ocorrem vários fenômenos atmosféricos devido a concentração de partículas no campo magnético terrestre, descobertas em 1.958 por James Van Allen. As radiações de Van Allen não ocorrem, salvo em raras execeções, nos pólos, e sim nas regiões equatoriais. Estas formam dois cinturões em forma de anéis, com centro no Equador. O mais interno se estende entre a altitude de mil e cinco mil quilômetros, sua intensidade máxima ocorrendo em média aos três mil quilômetros. Consiste de prótons altamente energéticos, que se originan pelo decaimento de nêutros produzidos quando raios cósmicos vindos do espaço exterior colidem com átomos e moléculas da atmofera terrestre. Parte dos nêutrons é ejetada para fora da atmosfera e se desintegra em prótons e elétrons ao atravessar esta região do cinturão. Essas partículas se movem em trajetórias espirais ao longo de linhas de força do campo magnético terrestre.

O segundo cinturão, que fica situado entre 15.000 e 25.000 km, contém partículas eletricamente carregadas de origem tanto atmosférica quanto solar. São principamente íons hélio trazidos pelo vento solar. As partículas mais energéticas deste são elétrons cuja energia atinge várias centenas de milhares de alétrons-volt . Os prótons são muito menos energéticos do que os do primeiro cinturão, porém seu fluxo é mais intenso.

Via de regra, não existe entre os dois cinturões uma delimitação; eles fundem-se em altitudes variáveis. Durante os periodos de intensa atividade solar, grande parte das partículas eletricamente carregadas vindas do Sol consegue romper a barreira formada pelos cinturões de Van Allen. Ao atingir a alta atmosfera produzem os fenômenos de auroras polares e as tempestades magnéticas.

Fonte: Wikipédia

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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

ENTENDA O QUE ACONTECEU NA REGIÃO SERRANA DO RIO DE JANEIRO

A tragédia que se abateu nas cidades serranas do Rio de Janeiro, são uma combinaçao de vários fatores da natureza. dentre elas, a velha conhecida de todos nós, a Zona de Convergência do Atlântico Sul. Nessa época do ano ela veio com mais intensidade estendendo-se desde o sul da região Amazônica até a região central do Atlântico Ssul.

Diversos podem ser os fatores locais, porém, o único concenso parece ser quanto ao papel da convecção na região Amazônica. Em um estudo observacional das zonas de convergência subtropicais, essas zonas aparecem somente quando duas condições  de grande escala são satisfeitas:

ESCOAMENTO DE AR QUENTE E ÚMIDO, EM BAIXOS NÍVEIS, EM DIREÇÃO ÀS ALTAS LATITUDES;

UM JATO SUBTROPICAL (JST) EM ALTOS NÍVEIS FLUINDO EM LATITUDES SUBTROPICAIS.

Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo estão localizadas na Serra do Mar, ou melhor, nas encostas da serra. As montanhas são muito ingremes. A vegetação maciça cobre uma fina camada de terra sobre as rochas e muitas áreas são ocupadas de modo irregular, desestabilizando a formação. A água penetra e o terreno cede por falta de estrutura.

As cidades da região serrana do Rio de Janeiro foram devastadas em uma catástrofe, agravada pela força impressionante com que a água desceu até o leito dos rios e, principalmente, pela sua própria geografia. A Serra do Mar estende-se desde o Rio Grande do Sul até o Espírito Santo.

Em 1.985 a cidade de Carangola sofreu sua pior inundação. Com as fortes chuvas que cairam sobre a região o Rio Carangola não conteve tanta água e transbordou. A cidade ficou ilhada das demais localidades pertencentes ao município. Carangola encontra-se na mesma situação das cidades serranas do Rio de Janeiro, está encravada em um vale denominado Vale do Carangola.


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NASA CONFIRMA EXISTÊNCIA DE NOVO PLANETA A 560 ANOS LUZ DA TERRA

A missão do telescópio espacial Kepler deu um importante passo no estudo de planetas além do Sistema Solar e depois de oito meses de observações fez sua primeira descoberta de um planeta rochoso com tamanho similar ao da Terra. Batizado de Kepler -10b, o objeto é 40% maior que a Terra e orbita a estrela-mãe 20 vezez mais próximo que Mercúrio orbita o Sol.

Localizado entre as constelações de Cignus e Lyra, Kepler-10b, é o menor planeta já descoberto fora do Sistema Solar. De acordo com os pesquisadores, o objeto se localiza a 560 anos-luz da Terra e executada uma revolução ao redor da estrela a cada 0.84 dias, Kepler-10b não se encontra dentro da zona habitável, uma região no espaço em que a distância do planeta até a estrela permite que a água possa existir em estado líquido.

A estrela-mãe é muito parecida com o nosso Sol em termos de temperatura e massa, mas na idade..., enquanto o nosso velho Sol tem 4,5 bilhões de anos, a estrela hospedeira de Kepler-10b é muito mais velha, com cerca de 10,9 bilhões de anos.

"As melhores ferramentas da missão Kepler convergiram para produzir a primeira evidência concreta da existência de um planeta rochoso que orbita uma estrela diferente so Sol", disse a cientista Natalie Batalha, ligada ao Centro de Pesquisas Ames, da NASA. Batalha é a principal autora do trabalho, publicado esta semana na revista científica Astophysical Journal.

A descoberta de Kepler-10b foi possível através da detecção na mudança do brilho da estrela que diminuiu quando um planeta passa à frente do disco solar. Calculando a quantidade de vezes que esse brilho é modificado os pesquisadores conseguem determinar a velocidade de translação, a distância até a estrela, o tamanho e a massa do objeto.

No entender de Douglas Hudgins, cientista do programa Kleper junto à NASA, a descoberta de Kepler-10b é um marco significativo na busca por planetas semelhantes ao nosso. "Embora o planeta não esteja na zona habitável, essa emocionante descoberta evidencia os tipos de achados possíveis graças à missão da sonda e comprova a promessa de que muito mais novidade vem por ai", disse Hudgins.

Fonte: Wikipédia

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

IONOSFERA

A ionosfera se localiza entre sessenta e mil quilômetros de altitude, é composta de íons, plasma ionosférico, e, devido à sua composição, reflete ondas de rádio até aproximadamente 30 MHz.

O SOL  E  OS   RAIOS CÓSMICOS

O maior agente de ionização da ionosfera é o Sol, cuja radiação nas bandas de raio X, e ultravioleta, insere grande quantidade de elétrons livres em seu meio. Os meteiritos e raios cósmicos também são reponsáveis pela presença secindária de íons na região. Na ionosfera a densidade de elétrons livres é variãvel de acordo com a hora do dia, estação do ano, e às variações da composição química da alta atmosfera. A cada 11 anos, obedecendo ao ciclo das manchas solares, a densidade de elétrrons  e a composição da ionosfera sofrem mudanças radicais, podendo inclusive bloquear totalmente as comunicações em HF.

Acomposição da atmosfera, a partir dos cem quilômetros de altitude, embora tênue, varia, já que os gases estratificam-se. Por exemplo os gases, O2, O, N2, N, absorvem radiações quatitativamente, uma vez que o nível de absorção varia conforme a densidade destes, a densidade de ionização varia proporcionalmente com a altura formato desta forma camadas  de absorção distintas e variáveis, conforme a hora do dia.

Nas zonas mais baixas os elétrons livres e íons tendem a reduzir bastante, pois sempre a recombinação prevalecerá sobre a ionização, devida maior densidade de partículas. Nas zonas mais altas é muito baixa a densidade de gases, moléculas e átomos, a quantidade de radiação, ou seja a energia provinda do espaço é muito alta, porém, não existem gases, átomos, ou moléculas livres o suficiente para ser ionizadas, portanto só haverá ionização à medida que se mergulha na atmosfera, até uma certa profundidade, assumindo-se, por exemplo, a atmosfera fluídica.

No plasma ionoférico encontramos condutividade e permissividade elétrica, isto é, em alguns momentos se comporta como um condutor elétrico, por exemplo, como se fosse uma placa metálica , porém sintonizada em determinadas frequências, onde uma vez se comportando como tal, pode perfeitamente refletir determinados comprimentos de onda sem problema algum, e praticamente sem perdas, absorver outros comprimentos de ondainutilizando totalmente a propagação destas.

INPE

No Brasil, a pesquisa da ionosfera é principalmente executada pela Divisão de Aeronautica do INPE . Iniciou em 1963, através da recepção de sinais de satélites. Em 1973 iniciou-se em Cachoeira Paulista -SP, a pesquisa através de ionosondas. Em 1975 foi a vez de Fortaleza-CE. Em 1984 o Ministério da Aeronáutica autorizou o CTA a efetuar experiências e sondagens  com foguetes e equipamentos desenvolvidos  pelo INPE. A Universidade Estadual do Maranhão juntamente com o INPE recentemente, construíram um observatório espacial em São Luíz -MA. Onde está instalada uma digissonda, e está sendo terminado um radar de espalhamento coerente(ESCO) cuja prioridade é estudar o comportamento da ionosfera e seus fenômenos sobre o Brasil, dentre eles é executado o estudo do comportamento dos processos dinâmicos, eletrodinâmicos e químicos do plasma ionosférico. Os dados de sensoriamento remoto da ionosfera são obtidos utilizando foguetes, satélites de modelagem e simulação dos processos ionosféricos e termosféricos.

O CICLO SOLAR E SUA INFLUÊNCIA

A cada 11anos, obedecendo ao Ciclo Solar, a densidade de elétrons e a composição da ionosféra sofreram mudanças radicais. Muitas vezes estas mudanças bloqueiam totalmente as comunicações em alta frequência.
A composição da atmosfera  a partir dos cem quilômetros de altitude, embora tênue, varia.
Os gases O2, O, N2, N na alta atmosfera estratificam-se e a bsorvem radiações quantitativamente, uma vez que o nível de absorção varia conforme sua densidade.

A densidade de ionização varia proporcionalmente com a altura formando desta forma camadas de absorção distintas e variáveis, conforme a hora do dia, temperatura e irradiação solar.

ALTA IONOSFERA E CINTURÃO DE VAN ALLEN

Segundo "José Humberto Andrade Sobral no artigo sobre a importância estratégica da ciência espacial para o Brasil".
O cinturão de radiação de Van Allen é uma região do campo magnético terrestre que apresenta fortes correntes elétricas, podendo abrigar prótons de alta energia que podem por em risco a vida de astronautas. Esse perigo á maior na região brasileira que em qualquer outra região do globo terrestre, devido à excentricidade do eixo do dipolo geomagnético que faz com que tal cinturão seja mais próximo da superfície terrestre na região brasileira, que em qualquer outra parte do planeta. Prótons de l MeV de energia podem transpassar uma couraça de ferro de 25 cm de espessura e, dessa forma, podem colocar em risco a vida de um astronauta.

A ionosfera e termosfera equatorial constituem um sistema acoplado que possui características distintas quando comparadas a outras latitudes terrestres. Entre estas podem ser citados o eletrojato equatorial, cuja importância reside no fato de haver correntes eletrônicas fortíssimas numa altitude de 110 Km, ao longo do equador magnético terrestre.

Existe também a Anomalia de Ionização Equatorial, também conhecida como Anomalia de Appleton, no plasma ionosférico. Formada por duas regiões de lta densidade de plasma sobre os trópicos que circulam paralelas ao Equador magnético. Ainda sobre o Brasil, existe uma anomalia nominada Anomalia Geomagnética  Brasileira(também denominada, Anomalia Geomagnética do Atlântico Sul),esta, de todas as anomalias está totalmente sobre o Brasil, se estendendo sobre boa parte da América do Sul, estando espalhada sobre o Atlântico Sul, atingindo parte da África do Sul. Na região onde ocorre, o campo magnético terrestre, também chamado campo geomagnético, é mais fraco que em qualquer outra parte do planeta. Isso ocorre, devida excentricidade do eixo do dipolo magnético terrestre. A consequência imediata são as fortes precipitações de prótons e elétrons provindo dos cinturões de radiação de Van Allen. Pode causar defeitos em satélites, indução de correntes no solo, black-outs de distribuição de energia elétrica em todo território brasileiro e zona de influência. A anomalia, pode influir nas regiões ionosféricas aumentando ou diminuindo a densidade do plasma de alta altitude. Dependendo das condições solares, pode ser responsável pelo mascaramento dos sinais de radar, interferências nas telecomunicações , além de danos em sistemas e equipamentos eletro-eletrônicos.

Outros fenômenos interessantes são as Bolhas Ionosféricas que ocorrem na alta atmosfera e também são objetos de estudo. Estas são praticamente desconhecidas dos estudiosos de áreas diferentes da aeronomia astronáutica e espaço. Consistem de grande rarefação do plasma ionosférico. Ocorrem nos meses de outubro até março durante a noite, acompanham as linhas de campo geomagnético. Têm extensão de milhares de quilômetros, cobrindo praticamente todo o Brasil no sentido Norte-Sul, causam interferências sobretudo nos sistemas DGPS. Foram descobertas entre 1976 e 1977 por cientistas brasileiros do INPE.

Fonte: Wikipédia

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sábado, 8 de janeiro de 2011

CALENDÁRIO

Desde as antigas civilizações que o tempo é contado e marcado. Todos nós precisamos marcar e contar o tempo diante de várias situações.
Vamos tentar explicar a origem de nosso calendário e saber de outras histórias que envolve várias civilizações pelo mundo afora.

CALENDÁRIO

É um sistema para contagem e agrupamento de dias que visa atender, principalmente, às necessidades civís e religioosas de uma cultura. A palavra deriva do latim "calendarium" ou livro de registro, que por sua vez derivou de "calendae", que indica o primeiro dia de um mês romano. As unidades principais de agrupamento são o mês e o ano.

A palavra calendário é usada também para descrever o aparato físico (geralmente de papel) para o uso do sistema (por exemplo, calendário de mesa), e também um conjunto particular de eventos planejados.

CONCEITOS

A unidade básica para a contagem do tempo é o dia, que corresponde ao período de tempo entre dois eventos equivalentes sucessivos: por exemplo, o intervalo de tempo entre duas ocorrências do nascer do Sol, que corresponde, em média(dia solar médio), a 24 horas.

O mês lunar corresponde ao perido de tempo entre duas lunações, cujo valor aproximado é de 29,5 dias.

O ano solar é o período de tempo decorrido para completar um cíclo de estações(primavera, verão, outono e inverno). O ano solar médio tem a duração de aproximadamente 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos (365,2422 dias). Também é conhecido como ano trópico. A cada quatro anos, as horas extras acumuladas são reunidas no dia 29 de fevereiro, formando o ano bisexto, ou seja, o ano com 366 dias.

Os calendários antigos baseavam-se em meses lunares(calendários lunares) ou no ano solar(calendário solar) para contagem do tempo.

ETIMOLOGIA

Antes de Júlio César criar, com ajuda do astrônomo Sosígenes, o calendário dito juliano, os romanos tinham meses lunares, que começavam em cada lua nova. No primeiro dia da lua nova, chamado dia das calendas("calendae"), um dos pontífeces convocava o povo no Capitolio para informar as celebrações religiosas daquele mês. O ontífice mencionava um por um os dias que transcorreriam até as nonas, repetindo em voz alta e palavra "calo", eu chamo.

A partir do calendário juliano, que não era lunar, as nonas foram o quinto dia nos meses de trinta dias e o sétimo nos meses de trinta e um. De "calendae", os romanos criaram o adjetivo "calendarius", relativo às calendas, e o substantivo "calendarium", com o qual designavam o livro de contas diárias e, mais tarde, o registro de todos os dias do ano.

Em nossa lingua portuguesa, até o século XVIII, a palavra calendas era empregada, no entanto, para denominar o primeiro dia de cada mês e calendário a lista dos dias do ano com suas correpondentes festividades religiosas. O calendário dos gregos não tinha calendas, e assim os romanos conceberam a expressão "Ad calendas graecas", para as calendas gregas, para referir-se a algo que não ira ocorrer nunca.

CLASSIFICAÇÕES

Calendários em uso na Terra são frequentemente os lunares, solares, luni-solares ou arbitrários. Um calendário lunar é sincronizado com o movimento da Lua; um exempo disso é o calendário islâmico. Um calendário solar é sincronizado com o movimento do Sol; um exemplo disso é o calendário persa. Um calendário luni-solar é sincronizado com ambos os moviemtnos do Sol e da Lua; um exemplo é o calendário hebraico. Um calendário arbitrário nem com o Sol nem com a Lua. Um exemplo disdso é o calendário juliano usado por astrônomos. Há alguns calendários que parecem ser sincronizados com o movimento de Vênus, como o calendário egípcio; a sincronização com Vênus parece ocorrer principalmente em civilizações próximas ao Equador.

CALENDÁRIO JULIANO

O calendário juliano foi implantado pelo líder romano Júlio César, em 46 a.C., como uma importante e substancial alteração no calendário romano. Foi modificado ainda mais tarde em 8 d.C., pelo imperador Augusto, e os nomes dos meses sofreram ainda várias mudanças ao longo do Império Romano. O calendário juliano acabou sofrendo sua última modificação em 1582, pelo Papa Gregório XIII, dando origem ao calendário gregoriano que foi adotado progressivamente por diversos países, e hoje é utilizado pela maioria dos países ocidentais.

O calendário juliano, com as modificações feitas por Augusto, continua sendo utilizado pelos cristãos ortodoxos em vários países. Nele, os anos bisexto ocorrem sempre de 4 em quatro anos, enquanto no calendário gregoriano não sãoi bisextos os anos seculares exceto os múltiplos de 400, o que hoje acumula uma diferença para o calendário gregoriano de 13 dias. Assim, o dia de hoje, 6 de janeiro de 2011, no calendário juliano é o dia 24 de dezembro de 2010.

O CALENDÁRIO ROMANO

O calendário romano foi estabelecido por Rómulo à época da criação de Roma em 753 a.C. tinha 10 meses e totalizavam 304 dias. Foi modificado por Numa Pompilio que o transformou para luni-solar, com 12 meses totalizando 355 dias que para manter o calendário alinhado com o ano solar se adicionava um mês extra, mensis intercalaris, de dois em dois anos, fazendo dos  anos uma sequência irregular de 355, 377, 355, 378 dias e que ainda dependia de ajustes. A decisão de inserir o mês extra era de responsabilidade do pontifex maximus, que buscava manter o calendário em sincronia com os eventos sazonais de translação da terra o que nem sempre era preciso.

O CALENDÁRIO JULIANO

Em 46 a.C., Júlio César, percebendo que as festas romanas em comemoração à estação mais florida do ano, marcadas para março(que era o primeiro mês do ano), caiam em pleno inverno, determinou que o astrônomo Alexandrino Sosígenes corrigisse o calendário. As modoficações realizadas a partir desses estudos modificaram radicalmente o calendário romano: dois meses, unodecembris e duocembris foram adicionados ao final do ano 46 a.C. deslocando assim januarius e februarius para o início do ano de 45 a.C. Os dias dos meses foram fixados numa sequência de 31, 30, 31, 30 ... de januarius a december, à exceção de februarius, que ficou com 29 dias e que, a cada três anos, teria 30 dias.

Com estas mudanças, o calendário anual passou a ter doze meses que somavam 365 dias. O mês de martinus, que era o primeiro mês do ano, continuou sendo a marcação do equinócio. Foi abandonado o formato luni-solar do calendário romano se fixando para um calendário predominantemente solar, se substituiu o mês intercalar mercedonius de 22 e 23 dias por apenas um dia chamado de dia extra que deveria ser incluso após o 25 (vigésimo quinto) de februarius, "ante die sextum kalenda martias", que, em função da forma de contagem dos romanos acabou criando o conceito de ano bissexto, de 366 dias que deveria ocorrer de três em três anos.

Os anos bissextos definidos no calendário juliano aproximavam o ano trópico po 365,3333 dias, incorporando pequenos erros no alinhamento das estações ao longo dos anos. O Imperador Augusto acabou corrigindo essas diferenças em 8 d.C., determinando que os anos bissextos ocorrecem de quatro em quatro anos.

ANO DA CONFUSÃO

Pela inclusão destes dois meses unodecember e duodecember e mais o mês intercalar mercedonius, este ano de 46 a.C. acabou ficando com uam aparente duração de 445 dias uma vez que os romanos estavam acostumados a que o ano só findava ao término de februarius. Na realidade, os meses de januarius e februarius, que seriam os últimos meses do ano de 46 a.C. com a inclusão destes dois meses a mais, passaram a ser os primeiros meses do ano de 45 a.C.

Pela confusão que ocorreu este ano 46 a.C. foi chamado pelos romanos de "Ano da Confusão", pois, no calendário anterior, os anos já vinham com uma sequência irregular de 355, 377, 355 e 378 dias.

HOMENAGEM A JÚLIO CÉSAR

Em 44 a.C., o líder Júlio César foi homenageado pelo senado, que mudou o nome do mês quimtilis para julius, um mês de 31 dias

E ficaram assim os meses após 44 a.C.:

Januarius   -  31 dias;
Februarius  -  29 ou 30 dias;
Martius  -  31 dias;
Abrilis  -  30 dias;
Junius  -  30 dias;
Julius  -  31 dia;
Sextilis - 30 dias;
September  -  31 dias;
October  -  30 dias;
November  -  31 dias;
December  -  30 dias.

AS MUDANÇAS DE AUGUSTO

Em 08 d.C. o calendário juliano foi modificado pelo Imperador Augusto, que modificou a regra de inclusão do dia extra, de três em três anos para quatro em quatro anos. As mudanças incorporadas por ele não são muito lembrados na história, sendo que o calendário com as alterações de Augusto são conhecidas com nome de calendário juliano para a maioria dos efeitos.

HJOMENAGEM A AUGUSTO

O senado romano decidiu também homenagear seu primeiro  imperador através da mudança do nome do mês sextilis para augustus. O mês de februarius passou de 29 para 28 dias, cedendo um dia para o mês em homenagem a Augusto, que passou de 30 para 31 dias, com mudança também nos demais meses, de 31 para 30 e vice e versa aé o fim do ano.

Este calendário vigorou até a Idade Média aproxima o ano trópico por 365,25 dias, importando em um dia de erro no alinhamento dos equinócios a cada 128 anos. Por esse motivo foi modificado pelo Papa Gregório XIII, em 4 de outubro de 1582 quando suprimiu-se 10 dias do calendário juliano e mudou-se a regra do ano bissexto implementada por Augusto. Este novo calendário foi adotado por países da Igreja Católica, entretanto, a Igreja Ortodoxa não aceitou esta mudança, optando pela permanência no calendário juliano o que explica hoje a diferença de 13 dias entre estes dois calendários.

Fonte: Wikipédia

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

RADIOTELECOPIOS

Um radiotelescopio capta ondas de rádio emitidas por fontes de rádio, geralmente através de uma grande antena parabólica(plato), ou um conjunto delas, a diferença de um telescópio ordinário, que produz imagens em luz visível.

O primeiro radiotelescopio foi a antena de 9 metros construída por Grote Reber em 1937. A princípios dos anos 50 o Interférometro Cambridge realizou uma análise do céu que deu lugar aos famosos mapas 2C e 3C de fontes de rádio. No final dos anos 50 e principio dos anos 60 o radioletescopio de uma sozinha antena maior do mundo era o telescópio de 76 metros em Jodrell Bank, posto em funcionamento em 1.957.  Este foi o último de muitos radiotelescopios construidos em meados do século XX e tem sido superado por telescópios e conjuntos de telescópios mais modernos.

O grande Telescópio Milimétrico (GTM) é o radiotelescopio maior do mundo em sua faixa de frequência, e foi construido para observar ondas de rádio na longitude de onda de 1 a 4 milímetros. O desenho contempla uma antena de 50 metros de diâmetro e uma área de recoleccion de 2000 metros quadrados. Está localizado no alto do vulcão Serraa Negra (aproximadamente a 4.600 msnm), que se encontra junto ao pico mais alto do México localizado entre os estados de Povoa e Veracruz.. O GTM é um projeto binacional mexicano 80% do EUA  20 % do Instituto Nacional de Astrofísica Óptica e Eletrônica (INAOE) e a Universidade de Massachusetts em Amberst.

O radiotelescopio individual maior do mundo é o RATAN-600(rÚSSIA) consistente em 895 refletores retangulares dispostos em um círculo de 576 metros de diâmetro(Descrição do RATAN-600). O radiotelescopio maior da Europa é a antena de 100 metros de diâmetro situada em Effelsberg, Alemanha, que ademais foi o telescópio totalmente móvel maior durante 30 anos.

O radiotelescopio mais conhecido(apesar de não ser móvel) provavelmente seja o de Arecibo, situado em Arecibo, Porto Rico.

Outro radiotelescopío muito conhecido é o Very Large Array(VLA), em Socorro, Novo México. Este telescópio é um array interferométrico composto por 27 antenas.

A parte da astronomia dedicada às observações através de radiotelescopios denomina-se radioastronomia.

Fonte: Wikipédia

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DIATERMIA

Diatermia é o uso de um transmissor de ondas curtas (HF) em clínicas de fisioterapia com o objetivo de provocar o aquecimento de tecidos internos do corpo.

Fonte: Wikpédia

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RADIOLOCALIZAÇÃO

ARDF significa: Amateur Rádio Direction Finding ou em português radiolocalização ou rádio orientação; também rádio esporte, caça à raposa(fox hunt), caça ao emissor, caça de transmissores. O ARDF é um desporto individual que tem como objetivo percorrer em terreno variado e desconhecido, obrigando o atleta a passar por pontos no terreno(posto de controle) determinados com balizas emissoras. O ARDF é uma combinação entre corrida de orientação e exercício de radiogoniometria. Uma competição tem geralmente duas provas: uma para a faixa de ferequência  dos 80 metros(3.5 KHz), e outra para a faixa de frequência dos 2 metros(144 MHz).

O Brasil está na Região II da IARU. O coordenador é Dale Hunt WB6BYU. O Brasil não foi representado nos campeonatos do mundo de ARDF em 2010. As competições internacionais seguintes serão os campeonatos regionais de IARU em 2011. A IARU Região II(Américas) competirá em setembro 2011 nos EUA.

Fonte: Wikipédia

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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

RADIONAVEGAÇÃO

OMEGA foi um sistema de radionavegação por baixa frequência (10 a 14 KHz) utilizado para obter a posição de aviões e navios e determinar as suas rotas. Operado pelos EUA e por seis outros Estados parceiros, o sistema OMEGA foi o primeiro sistema de radionavegação de âmbito global, isto é utilizável em praticamente toda superfície da Terra. O sistema operou entre 1971 e 30 de setembro de 1.997, data em que foi desligado por se ter tornado obsoleto devido à disponibilidade do Sistema de Posicionamento Global.

HISTÓRIA

O sistema de radionavegação OMEGA foi desenvolvido pelas forças armadas dos EUA para uso militar, tendo como principal objetivo criar um sistema de navegação que permitisse aos aviões bombardeiros nucleares atravessar o Ártico num eventual ataque à União Soviética. Dada a capacidade de penetração sob a superfície do mar das ondas radioelétricas de muita baixa frequência, a sistema também podia ser utilizado para a navegação de submarinos.

O desenvolvimento e operacionalçização do sistema foi aprovado em 1.968. sendo então anunciado como sendo o primeiro sistema de radiolocalização que poderia ser utilizado em virtualmente qualquer ponto da superfície da Terra, com uma precisão que permitia obter uma posição com um erro máximo de 4 milhas naúticas.

O sistema desenvolvido, que recebeu o nome de OMEGA, baseava-se na operação de 8 transmissores de onda longa, transmitindo em frequências entre 10 KHz e aos 14 KHz, localizados em posições geográficas muito distânciadas (na realidade grosso modo um em cada continente) por forma que em cada ponto da superfície terrestre fosse possível receber o sinal transmitido por pelo menos três deles a partir de ângulos que permitissem uma triangulação segura da posição.

O sinal transmitido por cada um dos transmissores era modulado num padrão de quatro tons que identificava univocamente  a estação que o emitia, sendo repetido a intervalos de 10 segundos. As emissões eram sincronizadas de forma a permitir que as transmissões a partir de cada estação seguissem um padrão sequencial fixo.

A determinação da posição era feita a partir de um modelo hiperbólico de linhas de posição determinadas pela comparação da fase dos sinais recebidos de cada uma das estações que pudessem ser escutadas no processo de obtenção da posição. Este método permitia obter posições com um erro máximo de 4 milhas náuticas, ou seja um desvio máximo em relação à posição determinada da ordem dos 2,2 km.

Devido à utilização de frequências muito baixas, ou seja de comprimentos de onde quilométricos, as estações OMEGA utilizavam antenas gigantescas, algumas das quais foram, e ainda são, as estruturas mais altas jamais construídas nos continentes onde se localizavam, em geral torres metálicas em treliça, ou mais raramente estruturas tubulares, suportadas por espias.  Uma alternativa foi a utilização de gigantescos cabos estendidos sobre vales ou fiordes.

As primeiras seis estações foram operacionais em 1.971, permitindo a operacionabilidade do sistema, embora com algumas limitações no Pacífico Sul e na região Antártica, tendo a gestão do sitema sido entregue à Guarda Costeira  dos EUA. As primeiras estações situavam-se no Dacota do Norte(La Moure), no Havaii(Keneohe, na Ilha de Oahu), Noruega(Bratland, na Ilha de Aldra), Argentina(Trelew, golfo Nuevo), Trindade(Trinidad) e Ilha da Reunião(Chabrier). Nos anos imediatos foram adicionadas estações na Ilha de Tsushima(Japão) e na Austrália(Woodside, Victória), permitindocompletar a cobertura global do sistema. Em 1.976, a estação de Trinidad foi substituida por uma estação sita em Paynesville, na Libéria, melhorando a precisão so sistema nos Ocenos Atlântico e Índico.

Apesar de ter sido concebido inicialmente como um sistema militar, num processo comum a muitas outras tecnologias(como o GPS), o OMEGA foi progressivamente sendo adotado para uso civil, passando a equipar aviões comerciais e navios mercantes.

Com o advento de sistemas de navegação mais precisois e mais fáceis e baratos de operar, o OMEGA foi abandonado pelos seus utilizadores militares e depois progressivamente pelos utilizadores civis, que ao longo da década de 1990 foram progressivamente adaptando os sistemas de nevegação com base em satélites. Por meados daquela década o número tinha-se de tal forma reduziado que os custos de operação do sistema deixaram de poder se justificados e foi decidido iniciar o processo de desativação. Os equipamentos foram desligados no dia 30 de setembro de 1997, data em que cessaram todas as emissões OMEGA.

Algumas das torres foram demolidas, outras estão abandonadas e algumas foram recovertidas para outros usos, nomeadamente para a transmissão de sinais destinados a submarinos em imerssão ou como estações de radiodifusão em onda longa.

Fonte: Wikpédia

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ONDAS HERTZIANAS

Ondas de rádio são radiações eletromagnéticas com comprimento de onda maior e frequência menor do que a radiação infravermelha. São usadas para a comunicação em rádios amadores, radiodifusão (rádio e televisão), telefonia móvel.

Nesta também estão incluídas as ondas do tipo VHF e UHF.

Um dos vários tipos de onda, as ondas hertzianas são porpulamente conhecidas como ondas de rádio-frequência ou simplesmente ondas de rádio. Usadas, principalmente, em difusão de rádio, elas estão também presentes na difusão de televisão, em sistemas de comunicação terrestre ou via satélite, radionavegação, radiolocalização e diatermia.

NA FÍSICA

Em física, as ondas hertezianas podem ser definidas, de maneira simples, como radiações eletromagnéticas produzidas por inversões rápidas de corrente em um condutor. Elas são perte das ondas que formam uma onda eletromagnética, juntamente com ondas luminosas, de calor, de raios X etc. São bem conhecidas pelo termo inglês Radio frequency (RF) como em RF cavity.

FREQUÊNCIAS

Transmissão por irradiação eletromagnética. Dados trasmitidos por sinais elétricos irradiados por antenas através do espaço.

A radiodifusão é baseada em uma estação de rádio (transmissor) que transforma voz dos locutores, núsicas e outros sons em ondas eletromagnéticas que são enviadas para a atmosfera através de uma antena. O rádio (receptor) é um aparelho que tem a função de receber estas ondas eletromagnéticas, através de sua antena, e transformá-las em sons compreensíveis ao ouvido humano.

As ondas hertzianas dividem-se em bandas de rádio que variam entre as frequências de 30 quilohertz (muito baixas) a 300 mil megahertz (extremamente altas). Estas bandas são classificadas em grupos, e estes grupos são comumente chamados por: onda curta, onda média e onda longa.
Dentro destes segmentos, encaixam-se estações de radiodifusão, serviços de comunicação aére, marítima, telegrafía etc.

HISTÓRICO

A partir de estudos anteriores de Thomas Edson, Elihu Thomson, Amos Emerson Dolbear, Michael Faraday e Joseph Henry, o alemão Heinrich Hertz fez novas experiências com circuitos. Após várias etapas de experiências, Hertz orientou suas pesquisas no sentido do estudo das ações do ar em seus circuitos. O físico concluiu que estas ações se manifestam sob a forma de ondas e, em 1.887, inventou os termos "ondas indutivas" ou "ondas aérias", hoje chamadas ondas hertzianas, em homenagem a ele.

Fonte: Wikipédia

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domingo, 2 de janeiro de 2011

ZONA DE CONVERGÊNCIA DO ATLÂNTICO SUL

Continuando falando sobre o nosso clima, vamos entender o que é a Zona de Convergência do Atlântico Sul que climatologicamente, pode ser identificada, na composição de imagens de satélite, como uma banda de nebulosidade de orientação Noroeste/Sudeste, estendendo-se desde o sul da região amazônica até a região central do Atlântico Sul.

Diversos podem ser os fatores locais, porém, o único consenso parece ser quanto ao papel da convecção na região Amazônica. Em um estado observacional das zonas de convergência subtropicais, essas zonas aparecem somente quando duas condições de grande escala são satisfeitas:

O escoamento de ar quente e úmido, em baixos níveis, em direção às altas latitudes;
Um jato subtropical (JST) em altos níveis fluindo em latitudes subtropicais.

O escoamento em baixos níveis intensifica a convergência de umidade enquanto, combinado com o JST, intensifica a frontogênese no campo da temperatura potencial equivalente, influindo na geração da instabilidade convectiva. O estabelecimento desse padrão de circulação está claramente associado à atividade convectiva na Amazônia e Brasil Central, que intencifica o JST em altos níveis, em um processo de conversão de energia cinética divergente com energia cinética rotacional. Em baixos níveis a convecção também contribui na intencificação da baxia na região do Chaco, que fortalece a convergência de ar úmido sobre a região.

Existem ainda outros meanismos que estão sendo sugeridos para explicar a ocorrência da ZCAS, como por exemplo, a interação oceano-atmosfera na zona de confluência entre a corrente das Malvinas e a corrente do Brasil, e as interações não-leneares entre as diversas escalas de fenômenos atmosféricos. No entanto, estes meanismos ainda não foram confirmados em estudos.

Fonte: Wikipédia.


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DEU A LOUCA NO CLIMA DO PLANETA TERRA

Muito bem.

Estamos presenciando uma mudança brusca no clima do nosso Planeta. Em toda a Terra parece que o clima ficou maluco.
Podemos observar que algumas regiões do Planeta Terra  vem sofrendo com inundações, fortes nevascas, secas e outros fenômenos anormais ao de costume. Vamos tentar explicar de modo bem simples os causadores dessa desorganização em nosso clima, que já são velhos conhecidos.

EL NIÑO

Os fenômenos El Niño são alterações siguinificativas de curta duração (12 a 18 meses) na distribuição da temperatura da superfície da água do Oceano Pacífico, com profundos efeitos no clima. Estes eventos modificam um sistema de flutuação das temperaturas daquele oceano chamado Oscilação Sul e, por essa razão, são referidos muitas vezes como OSEN (Oscilação Sul-El Niño). Seus papel no aquecimento e arrefecimento global é uma área de intensa pesquisa, ainda sem um consenso.

O El Niño foi originalmente reconhecido por pescadores da costa oeste da América do Sul, observando baixas capturas, à ocorrência de temperaturas mais altas que o normal no mar, normalmente no fim do ano -  dai a designação, que significa  "O Menino", referindo-se ao "Menino Jesus", relacionado com o Natal.

Durante um ano "normal", ou seja, sem a existência do fenômeno El Niño, os ventos alísios sopram no sentido oeste através do Oceano Pacífico tropical, originando um excesso de água no Pacífico ocidental, de tal modo que a superfície do mar é cerca de meio metro mais alta nas costas da Indonésia que no Equador. Isto provoca a ressurgência de águas profundas, mais frias e carregadas de nutrientes na costa ocidental da América do Sul, que alimentam o ecossistema marinho, promovendo imensas populações de peixes - a pescaria de enchoveta no Chile e Peru já foi a maior do mundo, com uma captura superior a 12 milhões de toneladas por ano. Estes peixes, por sua vez, também servem de sustento aos pássaros marinhos abundantes, cujas fezes depositadas em terra, o guano, servem de matéria prima para a indústria de fertilizantes.

Quando acontece um El Niño, que ocorre irregularmente em intervlos de 2 a 7 anos, com uma média de 3 a 4 anos, os ventos sopram com menos força em todo o centro do Oceano Pacífico, resultando numa diminuição da ressurgência de águas profundas e na acumulação de água mais quentes que o normal na costa da América do Sul e, consequentemente, na diminuição da produtividade priméria e das populações de peixe.

Outra consequência de um El Niño é a alteração do clima em todo o Pacífico equatorial: as massas de ar quentes e úmidas acompanham a água mais quente, provocando chuvas excepcionais na costa oeste da América do Sul e secas na Indonésia e Austrália. Pensa-se que este fenômeno é acompanhado pela deslocação de massas de ar a nível global, provocando alterações do clima em todo o mundo. Por exemplo, durante um ano com El Niño, o inverno é mais quente que a média nos estados centrais dos EUA, enquanto que no sul há mais chuvas: por outro lado, os estados do noroeste do Pacífico (Oregon, Washington, Colúmbia Britânica) têm um inverno mais seco. Os verões excepcionalmente quantes na Europa e as secas na África parecem estar igualmente relacionadas com o aparecimento do El Niño.

No Brasil a variação no volume de chuvas depende de cada região e da intensidade do fenômeno. A temperatura aumenta na maioria das regiões.

Região Norte e Nordeste: diminuição de chuvas causando secas, se agrava a situação no Sertão Nordestino e aumentam as chances de incêndios florestais na Amazônia;

Região Sudeste: Aumento de temperatura média.

Região Sul: aumento da temperatura média e da precipitação, principalmente na primavera e no periodo entre maio e julho.

LA NIÑA

O fenômeno La Niña, que é oposto ao El Ninõ, corresponde ao resfriamento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial Central e Oriental formando uma "piscina de águas frias" nesse oceano. À semelhança do El Niño, porém apresentando uma maior variabilidade do que este, trata-se de um fenômeno natural que produz fortes mudanças na dinâmica geral da atmosfera, alterando o comportamento climático. Nele, os ventos alísios mostram-se mais intenso que o habitual (média climatológica) e as águas mais frias, que caracterizam o fenômeno, estende-se numa faixa de largura de cerca de 10 graus de latitude ao longo do Equador desde a costa peruana até aproximadamente 180 graus de longitude no Pacífico Central. Observa-se, ainda, uma intencificação da pressão atmosférica no Pacífico Central e Oriental em relação à pressão no Pacífico Ocidental.

Outros nomes como "El Viejo" ou "anti-El Niño" também foram usados para se referir a este resfriamento, mas o termo La Niña ganhou mais popularidade.

Os principais efeitos de episódios do La Niña observados sobre o Brasil são: Passagens rápidas de frentes frias sobre a Região Sul: Temperaturas próximas da média climatológica ou ligeiramente abaixo da média sobre a Região Sudeste, durante o inverno; chegada das frentes frias até a Região Nordeste, principalmente no litoral da Bahia, Sergipe e Alagoas; tendências às chuvas abundantes no norte e leste da Amazônia; possibilidade de chuvas acima da média sobre a região semi-árida do Nordeste do Brasil; chuvas muito acima da média no leste dos estados da Região Sul, estiagem no Oeste destes estados e no Paraguai.

Em geral, um episódio La Niña começa a desenvolver-se em um certo ano, atinge sua intensidade máxima no final daquele ano, vindo dissipar-se em meados do ano seguinte. Ele pode, no entanto, durar até dois anos. Sua intensidade é tão forte que os episódios La Niña permitem, algumas vezes, a chegada de frentes frias até à Região Nordeste notadamente no litoral da Bahia, Sergipe e Alagoas, e na Região Norte principalmente Rondônia e Acre.

CONSEQUÊNCIAS

Entre os meses de dezembro e fevereiro:

Aumento das chuvas na região nordeste do Brasil; principalmente no setor norte, a qual
corresponde os estados do Maranhão, Piauí, Ceará e oeste do Rio Grande do Norte;
Temperaturas abaixo do normal para o verão, na região do Brasil;
Aumento do frio na costa oeste dos Estados Unidos;
Aumento das chuvas na costa leste da Ásia;
Aumento do frio no Japão.

Entre os meses de junho e agosto:

Inverno arido na região Sul e Sudeste do Brasil;
Aumento do calor na costa oeste da América do Sul;
Frio e chuvas na região do Caríbe (América Central);
Aumento das temperaturas na região leste da Austrália;
Aumento das temperaturas e chuvas na região leste da Ásia.


Fonte: Wikipédia.

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