ESTAÇÃO DE RADIOAMADOR - PU4-TAM - CARANGOLA -MG

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Índices de propagação

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

HISTORIA DO TELEFONE CELULAR

Heinrich Hertz, em 1888, foi o pioneiro na transmissão de códigos pelo ar. A descoberta tornou-se indefectível à idealização de rádio-trasmissores. Além disso, proporcionou a primeira ligação por telefonia entre continentes, ocorrida no ano de 1.914.

A comunicação móvel era conhecida desde o começo do século XX. Desenvolvido inicialmente pela atriz hollywoodiana Hedwig Kieslr(Hedy Lamaar) e patenteado em 1.940, o celular surge como um sistema de comunicação à distância que mudasse sempre de canal para que as frequências não fossem interceptadas. No ano de 1.947, começou o desenvolvimento no laboratório Bell, nos EUA. No laboratório Bell, foi desenvolvido um sistema telefônico de alta capacidade inteligado por diversas antenas, sendo que, cada antana, era considerada uma célula. Por isso o nome  "celular".

O primeiro foi desenvolvido pela Ericsson, em 1.956, denominado Ericsson MTA(Mobilie Telephony A) Ericsson MTA, pesava cerca de 40 quilos e foi desenvolvido para ser instalado em porta malas de carros. A empresa americana Motorola passou a desenvolver seu modelo de celular e no dia 03 de abril de 1.973, em Nova York, apresentou o modelo Motorola Dynatac 8000X. Usando esse modelo ocorreu a histórica primeira ligação de um aparelho celular, realizada por Martin Cooper, diretor de sistemas de operações da empresa Motorola. O aparelho, muito prosaíco, tinha 25 cm de comprimento e 7 cm de largura, elém de pesar cerca de 1 quilo.

Em 1.979, no Japão e na Suécia a telefonia celular entrou em operação e em 1.983 começou nos Estados Unidos.

NO MUNDO

Em 1.989, existiam 4 milhões de assinantes do serviço móvel em todo mundo. Em 2009 são 4600 milhões, a caminho de 6000 milhões antecipados para 2013. A União Internacional de Telecomunicações considera que "o telemovel foi a tecnologia mais rapidamente adaptada  de sempre".

Em 1.989 foi lançado o serviço móvel terrestre em Portugal, pelo consórcio CTT e TLP, mais tarde TMN.

Em 1.992, surgiu a Telecel(depois adquirida pela Vodafone) e, em 1.998, a Optimus.

No Brasil, o primeiro celular foi lançado em 1.990, no Rio de Janeiro e, em seguida, em Uberlândia.

Os assinantes pagavam 20 mil dólares para possuir um sistema de telefonia deste tipo. Nas décadas de 70 a 80, países como Japão e Suécia efetivaram tecnologias próprias. Já no final da década de 1.980, a tecnologia estava desenvolvida em quase todos os países. A revolução propiciada pelo celular iniciou também o seu processo de digitalização.

Fonte: Wikipédia

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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

VEJA O COMETA GARRADD. MUITO MAIS INTERESSANTE QUE O ELENIN

Enquanto a maior parte das pessoas discute se o minúsculo cometa Elenin vai resistir à passagem pelo periélio, outro objeto, muito mais brilhante está passando quase despercebido pelo firmamento. Trata-se do Cometa C/2009-P1 Garradd, que pode ser visto de qualquer lugar do mundo.

Ao contrário do Cometa C/2010-X1 Elenin, que vem chamando a atenção de todo o planeta por seus supostos poderes mágicos, C/2009-P1 Garradd está passando praticamente incógnito pelos céus, mesmo sendo facilmente observado até com um binóculo ou luneta de pequeno porte, desde que se saiba para onde apontá-la.

Descoberto em agosto de 2009 pelo astrônomo Gordon Garradd a partir de observações feitas em Siding Spring, na Austrália, C/2009-P1 é um cometa do tipo não-periódico(o código "C/" em seu nome indica isso), localizado atualmente a 219 milhões de Km da Terra e 312 milhões de quilômetros do Sol. Seu brilho estimado é de cerca 7 magnitudes, ligeiramente acima do limiar da visão humana, mas à medida que se aproxima do Sol seu brilho aumenta, devendo atingir a magnitude 6 em fevereiro de 2012.

Localizado entre as constelações de Hércules e Vulpécia, Garradd é um alvo fácil de ser localizado se o céu de sua cidade estiver bem escuro. Nos próximos três dias o cometa pode ser encontrado às 20:50 Hs BRT no quadrante norte, acima do azimute de 346 graus com 46 graus de elevação.

Devido à presença da Lua, a visualização do cometa poderá ser um pouco prejudicada nestes dias, mas a apartir da próxima semana, sem a luz intensa do nosso satélite a observação de Garradd estará mais facilitada. No momento, a cauda de C/2009-P1 atinge 4,5 milhões de quilômetros de comprimento.

Os últimos cálculos mostam que o cometa deverá atingir o priélio em 23 de dezsembro de 2011, quando chegará a 230 milhões de quilômetros do Sol. A menor distância da Terra, o perigeu, ocorrerá em 05 de março 2012, quando Garradd atingirá 180 milhões de Km de distância.

Bons céus.

Fonte: Apolo 11


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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

NOVAS IMAGENS MOSTRAM COMETA ELENIN AGONIZANDO NO ESPAÇO

Um dos grandes acontecemimentos do século, poderá nos deixar na saudade. A aproximação do cometa Elenin, pode estar chegando ao fim !!!


A poucos dias de atingir o periélio(ponto de máxima aproximação do Sol), o cometa C/2010 X1 Elenin nem de longe lembra o vigoroso objeto que durante meses despertou a curiosidade do público. Novas imagens feitas por astrônomos amadores mostram que o cometa está se rompendo e deverá se desintegrar nos próximos dias.

As cenas acima foram registradas pelo astrônomo amador Michael Mattiazzo, e mostram forte escurecimento da cauda e do núcleo cometártio entre os dias 29 de agosto e 02 de setembro. Quando a imagem de 29 de agosto foi obtida era nítida a queda do brilho do cometa quando comparada a observações feitas anteriormente. Na ocoasião Mattiazzo já especulava sobre a possibilidades de Elenin não chegar inteiro ao periélio do dia 10 de setembro.

O descobridor do cometa, Leonid Elenin, também concorda com as observações de Mattiazzo. Elenin sustentou sua tese de um gráfico em que apresenta 10 cometas que se aproximaram a menos de 75 milhões de quilômetros do Sol. No gráfico, baseado na magnitude e distância, os objetos vistos à esquerda da linha vermelha se romperam antes de alcançar o periélio enquanto o lado direito é considerado área segura.

Se forem consideradas as observações visuais, Elenin já pode ser conciderado um cometa em fase de desintegração. A imagem do dia 02 de setembro apresenta uma coma de condensação praticamente inexistente, o que pode significar que Elenin se rompeu em diversos pedaços, alguns deles não maiores que algumas centenas de metros.

É importante notar que a ruptura de um cometa quando ser aproxima do Sol não é um fenômno raro, mas não é comum de ser observada em cometas próximos à Terra. Mesmo se partindo, os inúmeros fragmentos deverão prosseguir na órbita anteriormente calculada, ao mesmo tempo que os pedaços maiores continuaram a se quebrar.

Ao que tudo indica, é bastante improvável que Elenin possa ser visto no mês de outubro, quando deverá atingir a menor distância com a Terra, a 35 milhões de quilômetros.

Por ora, a melhor coisa a fazer é aguardar pelo dia 23 de setembro, quando o cometa deverá surgir nas lentes do coronórafo do telecópio espacial Soho. Os resultados dessa observação é que vão determinar como C/2010 X1 poderá ser visto em outubro, mas no entender de seu descobridor a jornada de Elenin parece estar chegando ao fim.

Fonte: Wikipédia


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domingo, 17 de julho de 2011

O TUNGUSKA BRASILEIRO

Como podemos ver na matéria abaixo, que fala  sobre a possível queda de um meteoro na Sibéria há 100 anos atrás, nós aqui no Brasil,  tivemos também um evento semelhante na Amazônia. Vale apena conferir essa matéria.

Viver na selva amazônica é sempre uma luta diária pela sobrevivênia. A morte paira sobre as tríbos e pequenas comunidades, praticamente isoladas do resto do mundo. Tem sido assim há muito tempo, mas um incidente ocorrido no dia 13 de agosto de 1930 elevou o risco à altura do terror.

O dia havia começado como de costume. Um pouco antes do nacer do Sol, os seringueiros já haviam se aventurado floresta adentro, os pescadores jogado suas redes e as mulheres começado a lavar roupas nos bancos de areia do rio Coruçá, já quase na fronteira com o Peru.

FLORESTA EM CHAMAS
Tudo parecia corriqueiro até que às oito e pouco da manhã, foi quando o sol ficou vermelho e a escuridão se abateu sobre todos. Não era um eclípse. Uma grande nuvem de poeira se espalhou pelo ar e cinzas cobriam a vegetação. Foi quando três estrondos se seguiram, cada um mais forte que o outro, como salvas de artilharia.

A essa altura as crianças correram para suas cabanas, em pânico. Somente o homem que estava em sua canoa, bem no mio do rio, pode ver o que estava acontecendo acima das árvores. E era uma visão terrível. Do céu vinham enormes bolas de fogo, que causavam tremores ao tocar o chão, como num terremoto. A floresta ardeu em chamas.

A chuva de cinzas continuou até o meio-dia e a mais de 200 km dali, em Atalaia do Norte, as xplosões ainda podiam ser ouvidas. Os incêndios duraram dias e mesmo assim por pouco o resto do mundo não ficou sem saber do ocorrido às margens do Rio Coruçá, não fosse um missionário católico que visitou o lugar pouco tempo depois.

OBSERVADOR ROMANO
O padre Fedele d'Alviano era um capuchinho de 45 anos que fazia expedições missionárias regulares às tribos do Coruçá, e ficou surpreso ao ancontrar um povo aterrorizado. Assumindo que o fim do mundo havia chegado para eles, o padre foi provocado a contar o que havia aconecido.

Como era um homem bem instruído, sabia que os relatos combinavam com a queda de grandes meteoritos, mas essa explicação simplesmente não acalmava a população. Fedele pacientemente ouviu as queixas e narrações de cada habitante, visitando vários lugares ao longo do rio.

Ele reportou cuidadosamente sua história ao Vaticano, e os detalhes foram publicados na edição de 1 de março de 1931 do L'osservatore Romano(O Observador Romano ). No entanto, décadas se passaram até a comunidade científica redescobrir o evento, associado aos grandes impactos sofridos pelo planeta Terra.

É verdade que estações sísmicas no Peru registraram sucessivos tremores na região, mas uma investigação mais detalhada no lugar não aconteceu antes de 1997, financiada por uma rede de televisão do Brasil que, no entanto, não achou evidências conclusivas do impacto.

É  que embora tenham encontrado uma depressão em forma de elípse no terreno, parte do perímetro de uma cratéra e uma elevação central, não havia vestígios de rochas cristalizadas ou traços de irídio (material de origem extraterrestre ).

Mais de 65 anos tinham se passado e a densa vegetação já havia recoberto tudo, dificultando também o acesso. Hoje, novas pesquisas parecem indicar traços de irídio e também ósmio, elementos que não foram identificados da primeira vez.

RISCO REAL
Um astrônomo italiano, estudioso do fenômeno, chegou a estimar a massa do meteoro; ele teria entre mil e 25 mil toneladas, e se fragmentou a cerca de 8 km de altura, liberando a mesma energia que 100 mil toneladas de dinamite.

Alguns relatos afirmam que os bólidos vinham da direção norte, o que sugere uma associação com a chuva de meteoros Perséidas, que são restos do cometa Swift-Tuttle e ocorre todo mês de agosto, com radiante em Perseu, uma constelação do hemisfério celeste norte. Mas é quase impossível confirmar essa informação.

O acontecimento em Coruçá entrou para a história como "o Tunguska brasileiro", em alusão ao impacto ocorrido na Sibéria em 1908. Embora o de Coruaçá tenha sido dez vezes menos violento, nenhum outro pior aconteceu até hoje.

Contudo, o risco é real. Acredita-se que a chance de outro impacto ainda neste século seja de 100%. O problema é saber o tamanho do meteorito, e onde ele irá cair.

Fonte: José Roberto V. Costa

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sexta-feira, 15 de julho de 2011

O EVENTO DE TUNGUSKA

Tudo aconteceu há 103 anos. O amanhecer daquele dia de verão nas margens do Rio Podkamennaya Tunguska, na Sibéria, parecia igual a qualquer outro. Os primeiros raios de Sol aqueciam brandamente a floresta  boreal, com seus pinheiros silvestres e charcos úmidos, quando do céu explodiu e a terra sentiu sua fúria. 

Por volta das 17:15 da manhã daquele 30 de junho de 1908 uma onda de choque quase mil vezes mais forte que a bomba de Hiroshima devastou 80 milhões de árvores em mais de 2.000 Km2 de floresta. Renas, ursos, lobos, raposas e milhares de outros animais tombaram junto com a vegetação, que até hoje não se recompôs inteiramente.

CÉU INCANDESCENTE. 
A explosão de Tanguska foi o maior impacto que a Terra sofreu em  toda a história do homem civilizado. Eventos parecidos, mesmo em épocas mais remotas, permaneceram desconhecidos até o advento dos satélites artificiais.
Ainda que o epicentro estivesse despovoado, pessoas em centenas de lugares da Ásia e Europa testemunharam o ocorrido. Os relatos eram extraordinários. Fortes ondas de calor, ventanias intensas estrondos pavorosos e tremores de terra foram reportados. Muitos viram uma bola de fogo e sua cauda esfumaçada se precipitando no horizonte.

O céu noturno ficou incandescente por semanas, tal a quantidade de poeira jogada na estratosfera com a explosão. Em Londres, a mais de 10.000 Km, era possível  ler um jornal à noite, somente com essa luz. Do outro lado do oceano, o observatório norte-americano Smithsonian registrou uma diminuição na transparência atmosférica que durou meses.

HIPÓTESE ESPETACULAR 
O que aconteceu ? É claro que houve muita curiosodade tanto de leigos quanto cientistas. Mas a primeira expedição a examinar a região partiu com mais de uma década de atraso, em 1921. Na ocasião, o geólogo soviético Leonid Kulik não conseguiu alcançar o local exato, e deduziu que o evento foi devido a queda de um grande meteorito.

Essa hipótese acabou persuadindo o governo soviético a financiar outra expedição em 1927, atraído pela possibilidade de encontrar um meteorito ferroso, de valor comercial. Mas nenhuma cratera foi encontrada; muito menos um meteorito. Outras expedições confirmaram essa ausência.

Calculou-se que a magnitude da explosão ficou entre 10 e 15 milhões de toneladas de dinamite. Mas o objeto que causou não tocou o solo, espatifando-se em pleno ar, a cerca de 8 km de altura.

Até hoje o evento semelhante mais intenso aconteceu em 1930 sobre o rio Coruça, no Amazonas, tendo atingido no máximo a energia de um milhão de toneladas de dinamite.

Afastada a suposição de um meteorito, mas levando em conta os relatos da bola de fogo, surgiu uma hipótesi mais espetacular - e mais provável: em 1908, um pedaço de cometa se chocou com a Terra.

COMETA OU ATERÓIDE
Um cometa é formado principalmente de gelo. Gelo de água e um pouco de metano e amônia. Chocando-se com a atmosfera terrestre um fragmento cometário não muito grande se volatilizaria antes de tocar o solo, e assim mesmo seria capaz de produzir uma bola de fogo radiante e uma poderosa onda de choque  calor, que arrasaria a superfície sem deixar uma cratera de impacto.

Os únicos vestígios no solo seriam micro-diamentes e pequenas esferas de vidro (silícia), com alta concentração de irídio, o que comprovaria a origem extraterrestre. Expedições enviadas a Tunguska a partir de 1950 encontraram precisamente esses indícios.

Bem mais recentemente em 2007, Mark Boslough e seu grupo do Sandia National Laboratories utilizou pla primeira vez supercomputadores para simular em três dimensões o evento Tunguska. A estratégia resultou num quadro inteiramente novo. E assutador.

Antes, supunha-se que um pedaço de cometa do tamanho de um campo de futebol, pesando um milhão de toneladas e movendo-se a 108.000 Km/h teria causado da explosão. Porém, as simulações sugerem que um pequeno esteróide teria o mesmo efeito.

O bólido seria cada vez mais comprido pela crescente resistência da atmosfera terrestre, até o ponto em que explodiria no ar, produzindo um violentíssimo, fluxo de gás aquecido que continuaria o caminho até o chão. As estimativas agora situam entre 3 e 5 milhões de toneladas de dinamite a energia suficiente para causar a onda de choque de Tunguska.

PERSPECTIVAS SOMBRIA
O estudo do laboratório Sandia melhora nossa imagem sobre o mecanismo da explosão, mas também faz um alerta. O número de asteróides potencialmente perigosos é muito maior que o de cometas. Seja o que for, a possibilidade de acontecer de novo exige a eleborção de uma boa estretégia de defesa.

Devido a rotação da Terra, se a colisão de Tunguska tivesse ocorrido cerca de 4 horinhas e meia mais tarde, a cidade de São Petersburgo, antiga capital do Império Russo, teria sido varrida do mapa para sempre.

Há 100 anos a população mundial ainda beirava um milhão e meio de habitantes. Hoje somos quase 7 bilhões, ocupando muito mais espaço, principalmente nas áreas costeiras. O potencial destrutivo de um novo Tunguska é incalculavelmente maior. Pior ainda se ocorrer sobre o mar. E a pergunta não é se vai acontecer de novo, mas quando ?

Fonte: José Roberto V. Costa


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domingo, 3 de julho de 2011

AQUECIMENTO GLOBAL: 2010 FOI O SEGUNDO ANO MAIS QUENTE DA HISTÓRIA

Dados divulgados por quatro grandes centros de pesquisas climáticas do mundo mostram que 2010 foi o segundo ano mais quente da história, ficando atrás apenas do ano de 2005. O resultado é considerado uma surpresa, já que a presença de fenômenos naturais de grande escala como La Niña, erupções vulcânicas e baixa atividade solar deveriam trazer as temperaturas para baixo, mas isso não aconteceu.

A anãlise foi feita por quatro isntituições diferentes que estudam as mudanças climáticas: os norte-americanos Instituto Goddard para Estudos Espaciais, da Nasa(GISS) e Centro Nacional de Dados Clmáticos(NOAA-NCDC), a Agência Meteorológica Janponesa e o Escritório Nacional de Mateorologia do Reino Unido(Met Ofice).

De acordo com James Hansen, diretor do GISS, da Nasa, a diferença de temperatura entre 2005 e 2010 é de apenas 0.01 c, um valor tão pequeno que não pode ser distinguido, dadas as incertezas dos cálculos.

Enquanto isso, o ano de 2009, o terceiro mais quente da história, está praticamente empatado com 1998, 2002, 2003, 2006 e 2007, com a diferença máxima entre os anos de apenas 0,03 c.

TENDÊNCIA

Apesar de ser um ano de temperatura recorde, a análise das temperaturas precisa ser vista em um contexto mais amplo. "Certamente, é interessante notar que 2010 foi muito quente, mas muito mais importante do que o ranking de um determinado ano são as tendências de longo prazo", disse Hansen.

Um dos problemas quando se focaliza o recorde anual ao invés da tendância de longo prazo é que os recordes individuais muitas vezes diferem das análises feitas por cada instituto, uma situação que pode gerar confusão.

Por exemplo, enquanto o GISS classificava o ano de 2005 como o mais quente, o Met Office creditava esse recorde a 1998. A discrepância ajudou a alimentar a percepção equivocada de que as conclusões dos três grupos variavam drasticamente ou que continham grandes quantidades de incerteza. Além disso, também ajudou a fomentar a idéia de que o aquecimento global parou em 1.998.

"Na realidade, nada poderia estar mais longe da verdade", disse Hansen. "As temperaturas globais têm continuado a subir acentuadamente de forma constante".

De acordo com Ruedy, também ligado ao GISS, os registros oficiais podem variar ligeiramente devido às diferenças sutis na forma como os dados são analisados, mas o resultado final entre os grupos concorda extraordinariamente bem para as tendências de longo prazo.

Todos os institutos mostram picos e vales que variam sincronicamente desde 1.880 e apresentam um aquecimnto bastante rápido principalmente nas últimas décadas.

Para 2011 é possível que os valores finais fiquem abaixo de 2010, ainda devido aos efeitos tardios do La Niña, atividades vulcânicas ou baixa atividades solar, ma devem ser vistos sempre dentro do contexto de longo prazo e não como indicações de tendência imediata.

Fonte: Apolo 11


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terça-feira, 21 de junho de 2011

ASTRONOMIA: SAIBA TUDO SOBRE A APROXIMAÇÃO DO COMETA ELENIN

Nos últimos dias recebemos diversos emails a respeito da aproximação do cometa Elenin - C/2010 XI, nos questionando sobre quando o objeto poderá ser visto ou se representa alguma ameaça de colisão com a Terra. Para sanar essas e outras dúvidas preparamos este artigo, que ajudará você na observação do cameta.

Vou deixar aqui a minha opinião particular sobre o assunto. Especula-se muito sobre o fim do mundo com a aproximação desse cometa, tenho lido e relido várias matérias e vejo muita fantasia, maldade e oportunismo para anunciar o final dos tempos. Desde que a Terra é Terra e que a conheço, já recebemos a visita de vários cometas que nos proporcionaram belos espetáculos quando observados e nada aconteceu com o nosso planeta, ao contrário, nós seres humanos é  que estamos acabando com ele.
Sobre o final do mundo..., podemos sim, estar chegando ao final de um cíclo e temos que estar preparados para a morte, Deus nos diz isso em seu livro sagrado, "não ficará pedra sobre pedra" e só ele sabe quando isso acontecerá.

Mas vamos ao que interessa!!!

Batizado oficialmente de C/2010XI, o cometa Elenin foi descoberto em 10 de dezembro de 2010 pelo astrônomo russo Leonid Elenin, através de um dos telescópio robóticos do International Scientific Optical Network, instalado no Novo México, EUA. A órbita do cometa Elenin é de 11.700 anos e de acordo com os dados keplerianos mais recentes o cometa atingirá o ponto de maior aproximação com o nosso planeta em 16 de outubro de 2011, quando passará a mais de 34 milhões de km da Terra.

QUANDO VER

A partir de 20 de julho, depois do pôr-do-Sol. Neste dia o cometa atingirá magnitude 9.9 e poderá ser visto por lunetas de pequeno porte. Após setembro será possível vê-lo desde a madrugada até o nascer do Sol com magnitude teórica de 4.6.

ATÉ QUANDO

Até Novembro. Depois disso o cometa nascerá com o Sol já alto na maior parte do país, ofuscando a observação.

NÚCLEO

3.5 km de diâmetro.

COMA

80 mil Km de diâmetro.

VELOCIDADE

86.000 Km por hora. Relativa ao dia da máxima aproximação.

10 de SETEMBRO

Periélio (menor distância do Sol) 71 milhões de Km

12 a 17 DE SETEMBRO

Cometa visível nas imagens Lasco do satélite Soho.

26 DE SETEMBRO

Mínimo  ângulo com o Sol: 1.9 grau de separação

08 DE OUTUBRO

Conjunção com cometa 45P/HondMrks-Pajdusaková

15 DE OUTUBRO

Conjunçaõ com Marte

16 DE OUTUBRO

Perigeu: máxima aproximação com a Terra a 3.4milhões de Km

22 DE NOVEMBRO

Oposição a 175 graus do Sol

Devido a enorme distância, não existe qualquer possibilidade de risco de colisão. Além disso, por ser um objeto de pequena massa, Elenin não provacará qualquer efeito gravitacional nos objetos do Sistema Solar.

 Especula-se, que a NASA refez os cálculos e houve uma mudança de rota, dizem também que não é um cometa mas sim, um novo planeta denominado Planeta X e que os efeitos de sua passagem por perto da Terra trará grandes catátrofes. Dizem também, que a NASA retirou de seus sites, todas as informações referente ao Elenin, o que está causando desconfianças à população mundial.


Lembramos ao leitores que isso nao passa de boatos e especulações, ainda não foi relatado nada de oficial pelos meios de comunicações.

Quando foi descoberto, Elenin era um objeto muito tânue e apresentava magnitude aparente de 19.5, cerca de 150 mil vezes menos brilhante que o limiar da visão humana. Entretanto, à medida que se aproxima seu brilho aumenta.

Inicialmente, os pesquisadores estimavam que seu brilho máximo chegaria a 4,5 magnitudes, o que permitiria que fosse visto facilmente durante as madrugadas. Mas entanto, estimativas recentes mostram que o cometa não será tão brilhante como calculado e somente poderá ser visto com auxílio de lunetas e telescópios, mesmo de pequeno porte.

É importante lembrar que os cometas são muito imprevisíveis e podem apresentar comportamentos bastante bizarros à medida que se aproximam do Sol. Entre os fenômenos já observados está o outburst, quando repentinamente se rompem  produzem inúmeros fragmentos brilhantes. Além disso, devido à pressão do vento solar a cauda cometária também pode variar muito de tamanho.

Enfim....
Tudo que você precisa para observar o Elenin, será um pequeno binóculo ou telescópio, além de um campo de visão desobstruído na direção do quadrante oeste, ou seja, do lado que o Sol se pôe. Como explicado acima, a partir de julho o cometa já poderá ser visto ainda que com pouco brilho, vagando no espaço.

Fonte: Apolo 11

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